Jordan’s Field TRIP #1 – Morro do Elefante, Pedra do Baú

dezembro 29, 2011 Deixe um comentário

Há quanto tempo eu não posto aqui? 16 de novembro, puta merda. E nem foi um texto que fiz pro blog, eu só transcrevi pra internet. Se considerar um texto mesmo pro blog, vamos pra data de 5 de outubro.

E pra compensar, pensei em vocês e vou escrever algo aqui, OBVIAMENTE, apenas para o meu interesse hahaha. Vai ser uma espécie de diário de bordo da minha viagem para Campos de Jordão que começou, bem… hoje. Sim, eu estou em Campos de Jordão agora e esse é meu diário de viagem, do que eu fiz, do que visitei, o que achei, enfim…

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Qual o sentido da vida?

novembro 16, 2011 Deixe um comentário

Texto que fiz pra aula de filosofia.

Vivemos para interagir em um ciclo social e deixar as nossas marcas no mundo. Ao interagirmos com uma pessoa, já estamos naquele momento fazendo parte da vida dela. Se “reproduzirmos”, isto é, deixarmos filhos, automaticamente marcamos a nossa existência na Terra, o nosso sangue continua a existir, de certa forma.

Podemos ainda deixar marcos muito além do que filhos. Podemos contribuir com a tecnologia, a medicina… Melhorar o mundo a partir de invenções, salvando outras vidas de pessoas que também podem contribuir no mundo.

Apesar de haver algumas pessoas que, no fim de suas vidas, parecem não ter “contribuído”, praticamente todas serão lembradas por algo que fizeram ou deixaram de fazer, positivamente ou negativamente.

Porém, quando pensamos na questão do “viver”, todos gostariam de viver da melhor forma possível, de ser feliz, que todos seus sonhos se realizem.

Por fim, vivemos para tentar viver, construir nosso futuro perfeito. Mas no fundo, no fundo, o que mais importa é, no último dia de nossas vidas, analisarmos toda a vida que tivemos, tudo o que aconteceu e chegar à conclusão: “Valeu a pena”.

 

CategoriasPensamentos, Real life

You’re about to change your future

outubro 5, 2011 Deixe um comentário

Uma das coisas mais fantásticas da vida é o futuro e como ele está interligado com as ações que você já fez ou está fazendo exatamente agora.

Inclusive, há uma cena no filme “O Curioso Caso de Benjamin Button” que mostra bem isso: uma sequencia de fatos fez com que a Daisy fosse atropelada, sendo que, se uma só coisinha tivesse sido evitada, o taxi que a atropelou teria passado normalmente pela rua bem antes da Daisy atravessar.

Enfim, na maioria das vezes, esse é o futuro incerto. Você não planeja nada daquilo. Como eu ia saber que a Daisy ia ser atropelada se eu demorasse mais pra entrar no carro?

Porém, há também um futuro planejado, ou previsto.

Quando eu era criança, brincava dizendo que sabia prever o futuro, com os dizeres: “Eu sei prever o futuro: daqui três segundos eu vou te dar um soco no ombro” e três segundos depois… Um soco no ombro do pobre infeliz amigo meu – ou até minha mãe (eu não perdoava ninguém com minhas bizarrices).

De certa forma eu previ o futuro. Não sabia exatamente como seria aquele soco ou a reação da pessoa, mas o soco foi dado, de fato. Isso acontece porque temos a ideia da reação do que vamos fazer, como quando enchemos um copo d’água e sabemos que ele ficará cheio. No caso do soco, eu sabia que ia dar o soco, era algo certo (a não ser que a pessoa fugisse).

Eu passei a criar esse pensamento esse ano. Eu tive que decidir se começava a trabalhar como estagiário ou não, continuava fazendo o que sempre fazia antes. Eu SABIA que toda a minha vida e rotina mudariam dali pra frente caso aceitasse. Não que eu fosse um completo vagabundo e não fizesse nada (eu fazia bastantes coisas até), mas eu mudaria completamente minha vida.

Passei a usar minha casa quase como um hotel, onde quase não fico mais direito (nem nos fins de semana), conheci MUITA gente nova, aprendi muitas coisas das quais jamais pensei que ia aprender e ri de situações das quais sequer existiriam se eu tivesse dito “não”.

Então quando eu tive a chance de dizer “sim” ou “não”, eu entrei em pânico, pois aquilo era um futuro planejado. “I was about to change my future”, eu estava prestes a mudar o meu futuro. Eu teria uma rotina fixa a partir do “sim”.

Eu tenho essa chance novamente agora, pois terei a chance de mudar de escola (se com sorte passar) e consigo imaginar como seria tudo diferente.

Vai ver isso acontece comigo porque sou muito pessimista. E já até falei sobre isso uma vez por aí na internet: é muito pior criar expectativas boas para algo e aquilo não dar certo (deixando você na merda, deprimido) do que acreditar que tudo vai dar errado e no fim dar tudo certo (você fica feliz em níveis incontáveis).

E o que eu quis dizer com tudo isso, afinal?

Que é legal pensar que o futuro é, sim, muitas vezes previsível. Afinal, os tempos verbais do futuro existem por um motivo. Pense bem em cada coisa importante que for fazer.

Aliás, após pensar nisso, decidir e viver a sua nova escolha, pare pra imaginar como seria se não tivesse feito a escolha. E aí, seria melhor ou pior?

(sem tempo pra corrigir o texto)

Eu sinceramente não sei mais como cumprimentar as pessoas

setembro 11, 2011 Deixe um comentário

A globalização está aí. Fazemos coisas e agimos como pessoas na China e nos EUA fazem coisas e agem. Além disso, criamos nossa própria globalização. Criamos nossos meios de comunicação, de interagir, mas uma coisa tem me deixado ponderado.

Eu não sei mais como cumprimentar as pessoas.

Tudo começou com o “aperto de mão”. Sim, você o conhece. Ele é o antigo ‘handshake’, usado até mesmo formalmente. Então veio os ‘hand slaps’, onde você cumprimentava o seu nobríssimo amigo com não um aperto de mão, mas sim um leve tapa com as respectivas palmas das mãos. Opa, não para por aí, surgiu uma versão 2.0 desse onde dois tapas ocorrem, sendo que o segundo ocorre com as palmas das mãos em posição vertical. E novamente ela se modificou para sua versão 3.0, onde esse segundo tapa ocorre com as mãos fechadas, como uma “pedra” do Jo-ken-po.

Era tão simples...

Mas não para por aí, não! Quem nunca cumprimentou alguém que não apenas fez um handshake com você como também segurou a sua mão de uma forma diferente, como se o seu polegar fosse um canudo, enquanto você segura a mão do companheiro de forma semelhante? E o high five? O famoso tapa com a mão aberta que pegamos lá dos THE IU ÉS EI.

Não podemos deixar passar em branco aqueles outros cumprimentos onde há diversas variações de acordo com uma época, tendo até mais de três toques em um só cumprimento. Faggot stuff.

Aliás, ainda temos as garotas, as belas garotas, por que me esqueceria delas? Um simples beijo no rosto, não é mesmo?

NÃO. NÃO MESMO.

Amigo, tudo isso acima vira uma confusão tão grande que eu acho que eu já cumprimentei uma pessoa de três jeitos diferentes ao mesmo tempo. O maluco vem com um HIGH FIVE enquanto eu tento fazer um handshake. Constrangido, o cavalheiro percebe o momento frágil e  prepara sua mão para um handshake. TOO BAAAAD, eu já fiz o High five. E isso se repete e varia de todas as formas possíveis. É tão difícil dar oi!

Sugerido pelo amigo @PedrooB_ em boa hora

MAS POR QUE DIABOS TANTOS CUMPRIMENTOS? Apesar de tudo, Eu tenho a solução!

Cheguei a uma conclusão: a partir de hoje farei somente PEITINHO, independente do sexo. Não acontece essa bagunça que é  na hora de escolher qual dos cumprimentos realizar. Chega de bagunça. Um ‘peitinho’ no “oi, bom dia, como o senhor está?” e um outro ‘peitinho’ no “tchau, querido amigo!“. Resolvido.

COISAS QUE VOCÊ DEVE PARAR DE FAZER IMEDIATAMENTE! #1

julho 15, 2011 1 comentário

CRIE CORAGEM e LEIA. O ser humano não deve ter a mente fechada e deve compartilhar pensamentos, por mas que ele não concorde.

Não sou “policial da vida”, o rei da razão, da etiqueta  nem o dono do seu nariz para te impor ordens, mas essa é minha opinião e meu blog.Então apenas leia e fique quieto.

Eis a lista sobre as coisas que ACHO que você jamais deve fazer, ou já devia ter parado de fazer:

USAR MAS NO LUGAR DE MAIS / MAIS NO LUGAR DE MAS
Quando escrevendo, confundimos “mas” e “mais”. Isso acontece porque falamos ambas palavras desse jeito, “mais”. Não vou dar uma explicação gramatical aqui nem completa sobre os significados, – até porque geralmente são essas as que ninguém entende -, vou simplesmente colocar aqui os significados mais usados:

- MAIS é uma palavra  tanto usada para ADIÇÃO como para definir o nível de quantidade e intensidade. Ou seja, “O MAIS PROCURADO, O MAIS FEIO, O MAIS BONITO”.
- MAS é uma palavra para dar uma ideia CONTRÁRIA. Ou seja, tem o mesmo significado que “ENTRETANTO, CONTUDO, APESAR DISSO, NÃO OBSTANTE”, e assim por diante.

Você não deve falar “Eu estava andando sozinho, mais estava feliz”. MAIS não dá sentido contrário. Lendo isso você dá a quase ideia de que, nas melhores das interpretações,  estava andando sozinho e feliz.

Na hora de escrever não devemos ignorar essa regra. Você só vai parecer IDIOTA se escrever assim. Então pare. Não é só uma dica. VOCÊ ESTÁ ERRADO.
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ACREDITAR EM HORÓSCOPO DE REVISTA/JORNAIS E SITES ALEATÓRIOS
Não deposite os seus planos baseando-se nos curtos textos de uma pessoa que você NÃO conhece, e ela muito menos você. Cada um tem sua personalidade. Você pode até acreditar na astrologia em geral, se ela faz sentido pra você, mas PELO AMOR DE DEUS, PARE DE ACREDITAR que “essa semana você vai passar por muito estresse no trabalho e o seu coração está aberto a novas possibilidades”. TODO MUNDO PASSA POR ISSO incondicionalmente o signo! Eles escrevem e escrevem mas não escrevem. É texto pra agradar os olhos. Se ler de qualquer outro signo, vai se identificar.

Aliás, os próprios astrônomos não consideram esses horóscopos de revistas e jornais algo verossímil. Então um forte abraço.
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SER FANÁTICO POR FUTEBOL. OU RELIGIÃO. OU POLÍTICA. OU QUALQUER OUTRA COISA.
A pior droga da humanidade não é o crack que sua tia consome escondida de sua família, e sim o fanatismo. Seja ele por futebol ou por qualquer outra coisa.

A imagem mais velha da internet com seu devido FUCK OFF.

Não há motivos para mandar uma pessoa “CHUPAR” quando o time dela perde. Só de sacanagem essa pessoa devia ir na casa do companheiro zoador e fazer um oral no filho da puta. Isso acontece sempre, não importando se o time do cara que manda o outro chupar está jogando com o time do cara que vai chupar, se perder.

O problema não é a rivalidade em si, e sim a falta de argumentos no debate. O maldito não só consegue lembrar, mas com certeza usará  a vitória que o time dele teve há vinte anos como argumento para a derrota do dia anterior. Se não usar a vitória, usará o número de títulos.

Chega a ser chato. Digamos, que por exemplo, o Corinthians um dia ganhe a Libertadores, olhe só. Até então tinha sido o time mais zoado de todos os tempos por ser o “único grande” de São Paulo que não ganhou uma Libertadores. Quando ganharem falarão “Porra, FINALMENTE, hein?” e mesmo com a vitória, falarão das falhas anteriores. E mesmo se o Corinthians ganhar vinte Libertadores, daqui sessenta anos falarão “Ah, mas o Corinthians foi o time que mais demorou pra ganhar uma Libertadores e MIMIMIMIMI”.

Por favor, amigo. Você é melhor que isso. Seu QI diminui 50 pontos discutindo futebol dessa forma. O dia em que discutirem a partida disputada e não afirmarem que “ganharam por que o bandeirinha/juíz roubou”, me chamem para o debate.
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E outra, se você é religioso, não vá nas casas de pessoas aleatórias insistir que elas entrem pra sua Igreja ou compre bíblias. Vá trabalhar. Se a pessoa quiser entrar na igreja ela vai sair de casa e entrar em uma igreja. O que não falta no mundo são igrejas. Livre arbítrio, não é? Então deixe que “Deus chame” a pessoa. Aliás, hoje as pessoas mal lêem o jornal ou a sinopse de um filme por preguiça, imagina se ela vai ler a bíblia. Se ele não frequenta a igreja, servirá como peso de papel.

O mesmo para ateus que se sentem superiores por não acreditar em uma figura religiosa ou querem jorrar informações para os outros sem pedirem. Falam mal dos religiosos que batem na porta de suas casas oferencendo bíblia, mas tentam te convencer à todo custo virar ateu sem respeitar a opinião alheia.

Sobre política, porque motivos você seguiria fielmente um partido? Filhos da puta estão em todos os partidos, não são separados por categorias. Você tem é que ver os ideias do seu escolhido e exigir dele o prometido, caso eleito. Não importando o partido.

Agora que eu falei dos três assuntos “proibidos”, acho que posso passar para o próximo assunto em paz, e peço que leia ESSE TEXTO antes de falar que eu não devia ter comentado sobre eles.
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RSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRS


Rsrsrsr (a palavra risos repetida incasáveis vezes) foi uma risada muito usada no MSN e redes sociais, só que há mais de três anos. Hoje é usado RARAMENTE e apenas como risada de deboche. Por exemplo:

“- Cara, você é um idiota! Seu irresponsável! Você não acha que devia começar a trabalhar?
- rsrsrsrsrsrsrs” 

Não quero ser arrogante, mas se você usar fora desse contexto HOJE EM DIA, só vai parecer estranho. Ou pior, vai parecer aqueles caras que tem requeijão embaixo das axilas e usam internet uma vez por mês na Lan House da esquina da Tia Conceição, que cobra 0,50 centavos a hora.

É sério, soa muito retardado. E quanto mais você repete o RS, soa mais (e não MAS) e mais retardado ainda. “Te amo rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs”, “Vídeos da festa rsrsrs”, “fotos da sua prima pelada. Você vai gostar rsrsrs”, “Caiu na NET Mulher Melância nua! rsrsrs”. 

Atualmente, pessoas que usam RSRSRS são as mesmas pessoas que mandam aqueles gifs animado no seu Orkut (outra coisa que já parou de ser usado) cheios de glitter ou com um bebê cantando músicas dançantes dos anos 60 em um background com cores cintilantes. Ou aquelas pessoas que clicam nesse link.
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EXPLICAR PIADAS (A NÃO SER QUE PEÇAM)
A não ser que peçam, você JAMAIS deve explicar piadas. Essa “regra” já é bem antiga, mas as pessoas ainda a praticam. Ao explicar uma piada sem que o seu ouvinte peça, você não está só duvidando da inteligência da pessoa como também tornando a “piada” na coisa mais sem graça do mundo. Uma vez a piada explicada, uma vez ela sem graça.

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SPREAD THE LOVE.

O retorno de Fagotismo

julho 13, 2011 4 comentários

Assim o terceiro filme na trilogia clássica de Star Wars, este terceiro texto é uma porcaria.

Ok. Alguns problemas no último texto. Fui mal interpretado e considerado homofóbico. Não era essa a minha intenção. Algumas das pessoas com quem trabalho E meus amigos de certa forma ficaram ofendidos – apesar de me conhecerem pessoalmente e saberem que eu não sou – e não quero levar isso adiante.

O post “The Fagotismo Strikes Back” que causou toda a polêmica ficou bloqueado, enquanto o primeiro, “Fagotismo: conheça seus níveis” continua intacto.

Poderia até citar algumas explicações aqui baseado nas reclamações que eu ouvi e nas possível falta de eloquência em meus argumentos, mas isso só abrangeria mais o tema ou quiçá não responderia de forma positiva ou agradaria a opinião e visão da pessoa.

Sei que todos têm opiniões diferentes e devemos respeitar. Até agora eu estava ignorando todas essas opiniões, mas como disse, esse texto não deveria afetar minha vida pessoal e não deve. Por isso o bloqueio do texto 2.

Podemos resolver este caso, mesmo assim, caso ainda esteja confuso. Caso queira ler o texto, peça a senha pra mim pelo contato e caso queira discutir de forma civilizada sobre os meus pontos onde acertei/errei, peça o meu msn também no contato. Obrigado. E até mais! :)

CategoriasPQP News

Protegido: The Fagotismo Strikes Back

julho 9, 2011 Digite sua senha para ver os comentários.

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