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Baratas. Fucking baratas.

Creio que você já tenha assistido Procurando Nemo. Apesar de ser um desenho, o filme é um dos maiores sucessos da Disney e caso você não seja muito lerdo, já o assistiu.

Enfim. Há uma parte no filme onde o peixe palhaço Marlim (?) e Dory (?) (não me lembro dos nomes) acabam nas profundidades do oceano. E lá encontram uma luz que foge deles conforme eles a perseguem ao som de diálogos “Eu vou te pegar”. No final das contas, na verdade aquela luz é apenas um fragmento do ANGLERFISH. E só para o seu conhecimento: aquele peixe NÃO é fictício. Ele REALMENTE EXISTE. ELE REALMENTE É FEIO. Olhe abaixo algumas imagens dele e de outros peixes que habitam a região da Marina Trench (a parte mais profunda de TODOS os oceanos, e consequentemente, o do mundo também):


Dramatização do filme e ele em seu aspecto real.


O brother dele Fangtooth.

Você deve estar se perguntando “QUE DIABOS ESSES PEIXES TEM A VER COM O TÍTULO, SEU IDIOTA?”. Bem, eles realmente não tem nada em comum – não que eu saiba. Mas eu apenas os coloquei aqui para ilustrar o medo que tenho de tais peixes. E de que, se comparado às baratas, tal medo não é NADA.

Sério. Olha a cara do nosso amiguinho peixe FANGTOOTH preto ali, fora da água. Mano, dá até medo de procurar essas coisas. Com certeza eu ficaria  assustado ao ver um desses peixes enquanto eu navegasse semi nu pelo mar já que eles tem uma bela cara de boas vindas. Já com as baratas é uma questão de ser o bicho mais nojento que você vai ver na sua vida.

Elas não podem te fazer nada para te agredir e muito menos arrancar o seu braço fora como os nossos peixinhos acima (claro que podem passar diversas doenças/vermes/vírus, mas estamos falando sobre o que ela pode fazer por vontade própria). Elas apenas existem. Aliás, é claro que você sabe que esses malditos bichos sem propósito de vida seriam os únicos sobreviventes à explosão de uma bomba atômica. Ou seja, não devemos ter apenas medo, devemos ter raiva.

Puta que pariu, que ânsia de vômito.

A partir do momento que você se depara com a Blattaria (nome científico) você transforma a sua cozinha – ou qualquer ambiente que antes da barata era extremamente limpo – no Coliseu. Você é um gladiador. E a barata, um leão. Infelizmente você não está armado com uma espada, muito menos um escudo. Já a barata está armada com o seu medo. Ela percebe a sua presença, e você a dela. Ambos ficam paralisados esperando algum movimento enquanto o público pagante do Coliseu incentiva o ato do sangue – apesar que baratas não tem sangue, mas dane-se, você me entendeu. Então o seu chinelo vira a sua espada. Você calcula bem os movimentos com precisão como cirurgiões cortando veias do coração- provando para seu professor de física que você é um gênio – e lança o seu chinelo – isso de pegar o chinelo, chegar bem perto e bater na barata de uma vez é para os fortes – na direção correta mas ele salta para o canto fazendo com que a Blattaria fuja para algum vão de algum eletrodoméstico. Sabe o que isso significa? Significa que essa noite você vai dormir com medo. Que qualquer passo que der será apenas feito depois de uma pré-visualização do local em 360º. Em outras palavras, o Leão ganhou a partida do Coliseu.

Sua cozinha.

Eu não sei o que torna o bicho tão repugnante. Formigas, abelhas, besouros, vagalumes e bichos desse tamanho em geral não assustam ninguém. Mas baratas parecem ser o seu pior inimigo. E de fato você vai ter que confrontar uma algum dia, já que, a não ser que você more na Etiópia, a sua casa tem encanamento de esgoto. Pode perguntar pra qualquer pessoa que você conhece. Alguma delas infelizmente já teve contato visual com uma barata, ou até pior, físico (eu por exemplo). Às vezes até vejo alguma mancha na parede de relance e me assusto sozinho pensando que a barata está ali. Isso é uma de minhas crises que vou falar em outro post.

Baratas não servem para nada nesse nosso mundo. Não limpam esgotos e tampouco servem de alimento para outro bicho (cadeia alimentar). Só existem para mostrar um preview do inferno. Quase como a forma de ter seus pecados pagos na Terra.

Eu acho que o único jeito de tornar todas as pessoas livres desses repugnantes seres malditos é reunir todas as baratas de alguma forma – sei lá, colocando ALIMENTO DE BARATAS em um específico ponto (funcionava com o Pica Pau e outros desenhos que ditavam as regras) – e explodir uma bomba nuclear em todas. OH WAIT!..

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Quem lembra daquele filme típico do SBT? Joe e as baratas? Nego deve ter vomitado muito no cinema vendo aquilo. Pior que o filme é uma comédia romântica, o que o torna automaticamente um filme ruim, que agride a sua inteligência (talvez eu fale sobre comédias românticas em outro post também). E tem gente que ainda come isso. Puta merda.

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Nota 1: Após uma conversa com uma amiga minha cheguei a conclusão que tanto baratas como pernilongos são bichos inúteis.
Nota 2: Eu acabei zicando um amigo meu e ele teve que enfrentar uma barata no mesmo dia que leu o post. Pelo jeito o leão ganhou.

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  1. Nenhum comentário ainda.
  1. janeiro 21, 2011 às 00:15

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