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Archive for the ‘Gente louca’ Category

Protegido: The Fagotismo Strikes Back

julho 9, 2011 Digite sua senha para ver os comentários.

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Olhe bem essa menina e a tome como exemplo

abril 17, 2011 6 comentários

… Porque essa menina não deveria ser obra de uma mentira.

Eu não sei nem por onde começar. Eu jurei a mim mesmo que não escreveria motivos ou fatos pro Orkut DEIXAR DE EXISTIR. Eis alguns motivos para meu juramento:

1)      O que faz uma rede social são seus usuários, e não ela mesma. Já disse isso no meu texto sobre Orkutização;

2)      Apesar de ter negado isso no texto “Orkutização”, se podemos evitar dar razões para migrarem pra outra rede social, então devemos evitar;

3)      Eu ainda uso Orkut. Não uso diariamente – estou longe disso. Eu uso apenas pra divulgar esse blog (porque o Orkut é a rede social onde mais tenho forma de contato com o público). Aliás, muito provável que você esteja lendo isso porque eu divulguei no Orkut.

Eu até mesmo já escrevi no meu Tumblr vários motivos pra deixar o Orkut MORRER. No Tumblr pra não chamar atenção. Porém, as coisas chegaram ao seu limite.

Antigamente as comunidades de uma rede social chamada Orkut eram basicamente COMUNIDADES. Isso mesmo,  comunidades eram um grupo de pessoas com interesses iguais que entravam e se encontravam nesse “grupo”, buscando seu gosto/assunto/o que quer que seja. Algumas comunidades eram extremamente bem cuidadas e organizadas, com conteúdo que ninguém conseguia achar em nenhum outro lugar.

Então o câncer começou. Leia o tal texto no meu Tumblr para ter uma ideia da desgraça que as comunidades do Orkut viraram. Adianto aqui: comunidades com citações de frases de filmes/séries/livros, sensacionalismo sobre tragédias mundiais/nacionais, “entre nessa comunidade para ver o conteúdo do título”, etc…

E finalmente o assunto deste post: A MENINA QUE PULOU NA FRENTE DA AMIGA PARA PROTEGÊ-LA DA BALA.

A não ser quer você more em uma CAVERNA em ATLÂNTIDA, é muito provável que você saiba do caso de Realengo, onde aquele maluco invadiu uma escola e matou muita gente, entre a maioria, meninas.

A questão, é que, cedo ou tarde iam começam o FALSO HEROÍSMO. Pra quem não sabe, falso heroísmo é basicamente um heroísmo que não é de verdade. Compreendeu?

“Olhe bem essa menina e a tome como exemplo”

clique pra ampliar çabagaça

 “… se meteu em frente ao tiro que acertaria sua amiga para salvá-la” – Estou confuso. O tiro que acertaria sua amiga iria salvá-la ou ela que ia salvá-la do tiro? Odeio frases ambíguas.

“Sua amiga ficou coberta pelo sangue de Bianca se fingindo de morta e passa bem” – Isso é uma cena do filme chamado Carandiru. Sério. O cara se esconde com os corpos pra não levar tiro dos policiais.

“Agora reflita: Você faria o mesmo pela sua amiga?” – Não. E nem você. Ele está te mandando você refletir. Se você refletir, vai perceber que não faria isso subitamente.

“Daria sua vida pela sua amiga?” Um tiro na cabeça?” – Primeiramente, como ela ia saber que ia levar um tiro exatamente NA CABEÇA? E segundo que, “PELA SUA” com certeza é a frase mais feia do mundo.

__

Ok. De fato, Bianca Rocha Tavares morreu no tal desastre, basta pesquisar sobre isso. Entretanto, vocês perceberam uma coisa nesse texto?  NÃO HÁ PROVAS ALGUMA DE QUE BIANCA REALMENTE FEZ UM ATO DE AMIZADE. Não há links para entrevistas da amiga, não há evidências nem mesmo em notícias. Procure aí no Google. NÃO HÁ NADA RELATANDO QUE BIANCA PULOU NA FRENTE DE SUA AMIGA. Na verdade, essa amiga SEQUER existe no acontecimento! A única coisa que falam nas notícias é de que sua irmã gêmea levou um tiro no braço.

Amiga? Fingindo estar morta? ONDE? ME BÁ IBAGENS.

Falso heroísmo, amigos. Usam de um momento triste e chocante ao país para criarem comunidades que tendem a ganhar muitos membros. Retiram uma “lição de vida” do “acontecimento” e pedem pra você PROMOVER A COMUNIDADE.

Coisas assim se esparramam como batatinha pelo chão. Olhe só isso:

Aliás, querem ver como é muito fácil fazer um texto assim, sem provas? Preste atenção no texto que criei abaixo.

Considere que uma mulher terrorista entrou em um prédio, e explodiu o 12º andar matando várias pessoas e danificando o elevador, que passava ali no momento. Um homem chamado Kléber morreu, e não havia nenhuma criança ou bebê no acontecimento.

“Você está vendo esse homem na foto? Sim, esse homem chama-se Kleber e ele foi o responsável pelo resgate do bebê no elevador do desastre do 12º. Ele, com a mão amputada, negou atendimento médico, entrou nas ferragens do elevador e conseguiu puxar a perna do bebê para fora, o salvando. Infelizmente, perdeu muito sangue nesse ato de bravura.

É disso que o mundo precisa, de gente que sacrifica a si mesmo por uma nova vida.”

Difícil de acreditar? Agora mesmo você já quer ver a foto do Kléber.

Eu não sei nem o que é pior: as pessoas que tem coragem de criar não só uma, mas MUITAS comunidades idênticas, sem nem saber a fonte, ou as que entram nessas comunidades, acreditando em tudo que é falado na internet, criando tópicos com chats totalmente aleatórios. Parem de ser ingênuos.

*Claro que se eu estiver errado por desacreditar na bondade humano e Bianca realmente ter pulado na frente de sua amiga, esse texto será o maior FAIL de todos os tempos e vocês me zuarão por toda a eternidade. Por favor, não façam isso*

PORRA, Brasil!

março 20, 2011 4 comentários

Pra quem acabou sair de uma caverna e não sabe, um homem de nome Obama chegou ao país chamado Brasil. Veio fazer uma visitinha pra falar sobre economia e coisas do tipo. No aeroporto, foi muito bem recebido e foi simpático com todos. Até aí tudo bem. Porém, nesse mundo – e principalmente nesse país -, nem tudo são maravilhas (até quando tudo são maravilhas, eles tentam desmaravilhar).

Chegada ao Brasil

Amigo, peço que você responda com apenas uma resposta a seguinte pergunta:

1. Quando você visita a casa de uma pessoa, onde você gosta de ficar?
a) Na sala de jantar elegante e refinada;
b) Na sala de estar, também elegante e refinada;
c) No banheiro do sótão do quartinho da tranqueira escondido atrás daquela porta emperrada que não é limpado faz quinze anos.

PENSE BEM!

….


Eaí? Claro que você escolheu uma das duas primeiras opções. A primeira impressão é a que vale! Sempre foi assim.

Todos os países que recebem o Obama – mesmo os pobres – com certeza escolhem seu melhor lugar para o “Bem Vindo” oficial. Recebem da melhor forma possível. E o que o Brasil faz? Escolhe a CIDADE DE DEUS para convidar o Sr. Presidente dos Estados Unidos – vulgo homem mais importante do mundo nesse momento – para ver uma apresentação da cultura brasileira e conhecer crianças carentes.

 

Elas parecem FELIZES? CLIQUE PARA AMPLIAR.

Não é querendo ser contra a cultura brasileira – capoeira e os batuques -, mas existe forma pior do que essa para receber o homem mais poderoso do mundo? Eles literalmente pegaram o cara que está neste momento, cercado pela mídia MUNDIAL, e levaram para um dos lugares mais pobres do Rio de Janeiro. Pare pra pensar no nível da porquisse brasileira ao fazer isso. É claro que podiam fazer a tal apresentação das crianças carentes e o escambal, mas precisava ser EM UMA FUCKING FAVELA? Ainda mais com funk? Tudo bem que nosso país tem pobreza. Todo país tem sua pobreza. Mas precisamos pegá-la e jogá-la na cara da mídia mundial?

O Brasil não tem uma fama muito boa lá fora (sério, pros gringos, nós brasileiros somos todos índios andando com macacos nas ruas. Um país sem tecnologia, saneamento básico e completamente pobre), e tudo isso é culpa do próprio Brasil. Imagine o que os gringos pensam quando vêem o Obama dando “tchau” para as câmeras em uma favela?

“- Hummmm… O Obama está naquele país que fala espanhol. Vamos ver algumas fotos…
Porra! Mas que lugar feio é esse? Esse é o melhor lugar que eles podem receber o cara? Nem quero imaginar o pior! Ainda deve existir dinossauro nessa porra!”

Tudo isso com o intúito de passar a imagem de um país que “precisa de ajuda”, ou apenas falta de bom senso? Ninguém quando recebe visita em casa gosta de mostrar a parte “suja” do domicílio. Por favor, pra mostrar a cultura para os outros, não é necessário mostrar as suas origens mais mundanas.

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Só quero lembrar que eu coloquei isso de compartilhar pro Facebook/Twitter aqui embaixo. Favor divulgar, né? Está deveras mais fácil.

Análise de “Friday”, da Rebecca Black

março 18, 2011 6 comentários

https://i1.wp.com/imagesfb.s3.amazonaws.com/files/2011/03/rebecca-black-450x254.png

Eu tava pensando em fazer uma análise sobre o novo meme-vídeo da internet: Rebecca Black – Friday, mas um gringo foi mais rápido do que eu. TALVEZ eu até faça depois, analisando toda sua vida por trás desse sorriso de sexta feira.

Mas peraí, você não conhece Rebecca Black e sua música com letra mais bem trabalhada do que uma peça do Shakespare? Veja o vídeo a seguir e a conheça.


Estão chamando ela de novo Justin Bieber.

E aqui a análise do tal gringo, cujo sotaque é muito foda:

Respondam com sinceridade: vocês pegariam a Rebecca Black? Deixe sua opinião super importante nos comentários.

Moda

fevereiro 20, 2011 Deixe um comentário

Tudo começou quando Eva olhou para a água e viu seu reflexo. Ela viu seu corpo, seu rosto. A partir daí deixar o corpo e a aparência belos se tornou lei máxima para a sociedade. Estar na moda. Estar adequado à ocasião.

A coisa piorou alguns mils anos depois, onde chegamos nesse cenário: a princesa Carlinha era magra, usava roupas do mais alto garbo e tinha cabelos loiros. Já Evaneide era meio gorda, usava trapos – pois era pobre – e tinha cabelos parecidos com bombril.

 

Cenário da bagaça.

Evaneide não ligava para a aparência até que Clotilde, sua melhor amiga, saiu de seu barraco com uma revista de moda na mão, chamada “Be a Princess today, bitch!“, na sua primeira edição.

– EVANEIDE, QUERIDA, VOCÊ NÃO SABE A ÚLTIMA!!!
– Que foi, vadia?
– Sabe essa roupa que você tá usando? Então, isso tá super ULTRAPASSADO! Olha o que a Claudinha tá usando pra viajar pro Reino Unido! – e então esfregando a revista de moda na cara de Evaneide, ela surta.
– Tá, mas que diabos você quer que eu faça?
– Ora!, vista as mesmas roupas que Claudinha!
– Mas qual o intuito disso?
– Parecer uma “princesa”!
– Mas isso sequer cabe em mim! Olhe minha banhas, sua vaca.
– Basta emagrecer, puta de buteco!
– Mesmo emagrecendo, essas roupas não parecem nada confortáveis!
– E daí? O que importa é parecer chique, elegante! Sabe a Valéria, aquela vadia? Então, olha como ela é toda maltrapilha!
– Beleza, truta. Você quer dizer que eu tenho que vestir isso pra parecer chique, mesmo não me sentindo confortável?
– Basicamente isso, Neidinha...
– Só que tem outro problema… Meu pai não tem dinheiro pra comprar essas coisas. Olha esse brilho dessa roupa, só o que faz isso deve ser mais do que meu pai ganha em um mês de trabalho árduo!
– Neide, Neide, Evaneidezinha… Basta começar a trabalhar pra comprar as tais vestimentas!
– Mas eu pretendia fazer algo mais com o dinheiro que eu ganhasse trabalhando…
– Cala boca, estrupício. A gente tem que ficar na moda!
– Beleza então, mano do gueto. Eu vou dar um jeito de emagrecer, trabalhar, e então comprar as roupas e tentar me sentir confortável, como a princesa finge ficar.
– É isso memo, muleque doido! É assim que as coisas vão funcionar!

__

E então chegamos a essa merda atual. Usamos coisas não para nós, e sim para os outros.

Não conheço NENHUMA mulher que se sente confortável usando salto alto. Qual o objetivo disso? Você pode estar se sentindo bem ao ver seu pé com todo aquele “glamour”, mas eaí? Você sequer consegue andar duas horas sem que o seu pé EXPLODA. Já ouviu falar dos tamancos holandeses? Bem, pra você ter uma ideia, ele era feito de MADEIRA. Talvez até ele seja mais confortável que um salto.

Sente o drama dos tamancos holandeses.

Mesma coisa com terno, no caso em homens. Geralmente, usar terno reflete em participar de ocasiões especiais, onde você precisar “seguir uma linha de elegância”. Eu, particularmente não gosto de usar terno nem nada do tipo. Pode ser elegante, mas é uma desgraça usar sapato, e usando o terno, você tem quatro dificuldades para poder “dar um mijão”. Sério: camisa, calça, cinta, cueca. Nunca confie em NADA que possa te evitar de “dar um mijão”.

Além de tudo isso, o que falar sobre aquelas pessoas malditas que ganham um salário mínimo, e quando o fazem, vão direto para o shopping mais perto gastar tudo o que ganhou, e mais, já criar contas para o próximo mês via cartão de crédito?

Preciso falar das pessoas que se tornam anorexas e doentes por culpa da “moda”? Li em uma notícia um dia algo sobre pessoas se tornarem depressivas e infelizes com o seu próprio corpo graças ao Photoshop de revistas e das mentiras dos vídeos de mulheres semi-nuas vendendo algo. “Por que pessoa X é linda, e eu não?” “Por que maluco Y tem um corpo mais belo do que eu?” “Ah, meu Deus! Essa roupa não serve em mim, bora vomitar pra servir!”.

O importante é você se sentir bem em estar usando aquilo, não só pela aparência, mas também pelo conforto.

O ser humano é a doença que cria a sua própria doença. Me expliquem nos comentários porque tudo isso acontece, por que diabos existe essa mania de querermos parecer com alguém? Se for explicar, explique com algo que faça sentido. Não venha dizer “porque o ser humano é ruim!”. Obrigado!

PS: Acho Crocs o “sapato” mais ridículo dessa década passada (foi criado em 2002 e bombou mais pros dois últimos anos). É aquele tipo de coisa que daqui vinte anos você vai falar que não devia ter o usado por ser extremamente feio, mas ele estava na moda. Não gostou, xingue-me.

Omegle

fevereiro 3, 2011 2 comentários

Desde que a internet é internet as pessoas tentam achar nela um novo meio de comunicação. Quem nunca usou o Chat do Uol? Todos em busca de uma conversa com alguém diferente e curiosa, na tentativa de fugir do tédio internético do internauta (nem o Bial fala algo mais bonito que isso).

Dos milhares de sites de chat que existem na internet, dois se destacam: o Omegle e o Chatroulette. Enquanto que no começo o Omegle só disponibilizava a conversa por textos, o Chatroulette só disponibilizava por vídeo. Ambos percebendo a concorrência passaram a disponibilizar os dois formatos: texto e vídeo.

O maior problema nos vídeos são os seus usuários. Geralmente, – creio que em torno de 90% dos casos -, você vai ver um homem em um ato de onanismo; Ou seja, em palavras sujas: descascando a banana, despenteando o palhaço, brincando com o Johnson, pondo a cabeça de baixo pra funcionar, etc, etc, etc (poderia escrever parágrafos descrevendo tal ato). E eu nem sei o motivo de tudo isso. Procurando uma garota bonita? Apenas uma demonstração de seu membro inferior minúsculo? Ou pior, procurando homens fazendo o mesmo para que haja um diálogo entre as “cabeças”?

Sabendo disso, eu evito o video chat e vou para o text chat. Quando uso, uso o Omegle porque ele é muito superior em comparação ao ChatRoulette nesse caso. Até porque, mesmo numa conversa em textos no Chatroulette, tenho a impressão de que há uma “pistola” carregada do outro lado mesmo não podendo ver. Questão de trauma mesmo.

Foi então em uma noite, que após diversas conversas fracassadas de pessoas que automaticamente saiem da conversa quando você diz que é do Brasil – apesar que conheci uma Polaca simpática -, encontrei um homem “diferente”. Ele disse que buscava uma “kinky girl”. Vou deixar a definição de kink pra você abaixo, sendo o Wikipédia gringo:

“In current usage, the term kink has often come to refer to a range of objective and objectifying sexualistic practices ranging in degree from the playful to the paraphilic. These include spanking, bondage, dominance and submission, sadomasochism (BDSM) and sexual fetishism.

Por que diabos essa mulher tem três pés?

Traduzindo: kink é a forma de fazer sexo a partir de fetiches em geral, como sadomasoquismo, dominação, submissão, servidão, etc. A tal pessoa que se diz homem no chat queria uma mulher DOMINADORA, que fosse sua PATROA e o escravizasse sexualmente.

Não guardei a conversa, mas vou escrever aqui embaixo o que eu me lembro. É claro que eu não perdi a chance de me passar por uma mulher.

TEXTO ABAIXO COM PALAVRAS FORTES E SUJAS. SE TIVER NOJINHO, CAIA FORA. NÃO LEIA ISSO AQUI.

– Eu procuro por uma mulher que curte sadomasoquismo/fetiche/ser dominante no sexo (I’m looking for a kinky girl) – disse logo de supetão o que se diz homem.
– Opa, – disse eu, aproveitando a chance de se passar por uma mulher pra um terceiro cara que  procurava uma kinky girl naquele dia – Eu sou uma mulher e sou sua dona agora, escravo – Eu tinha que trollar o rapaz.
Sim, mestra – a partir desse momento ele passou a me chamar de “mistress”, ou mestra/patroa/dona/senhora em português.

Óbvio que a conversa a partir daí se tornaria uma bizarrice. Me sentia como o Frodo quando o Smeagol mostrava reverência.
– O que você faria por mim, escravo? – eu disse.
– Qualquer coisa, mestra.
– Você ficaria de quatro pra mim?
– Ficaria sim, mestra.
– Você deixaria eu usar um strap on em você?
– Sim, sim, eu faria qualquer coisa por você mestra.

Isso é um strap on

Isso é um strap on. Sente o drama do rapaz.

Foi então nessa hora que percebi o meu poder. A partir daí queria ver até onde ele chegava.

– Você rasgaria sua própria pele com uma faca por mim?
– Sim, mestra. Eu rasgaria.

Depois de uns minutos conversando, sugerindo coisas nojentas das quais não gostaria de descrever aqui, e com certeza, deixando o cara muito excitado, cheguei nisso:
– Você MATARIA uma pessoa por mim, escravo?
– Ah, se você realmente quer isso, eu mataria sim...

Então vi que eu chegara no máximo e finalizei com:
– Cara, eu sou um homem! HAHAHAHAHAHAHAHHA! Você realmente mataria uma pessoa só porque eu pedi? Só por fetiche? Todo mundo tem sua fantasia sexual, mas você chegou no limite. Você devia se tratar com algum especialista! Adeus.
Your conversational partner has disconnected.

As pessoas estão cada vez mais loucas, amigos.