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Archive for the ‘Internetz’ Category

Eu já falei pra vocês da genialidade de usar internet no banheiro?

fevereiro 5, 2012 Deixe um comentário

Bem, pelo menos enquanto o “usa?”

Eu vivo brincando no tuiter com essa frase do título. Eu digo que ela é novo “comer no banheiro”. Bem, por ser um lugar naturalmente estranho para fazer qualquer coisa além das funções principais (banho, escovar os dentes, mijar, cocozar, barbear/depilar), quando você foge desse ciclo, um sensação estranha acontece.

Comer no banheiro (não vou especificar em que momento, está implícito) é extremamente estranho. É um paradoxo, uma ironia, um cúmulo da lógica. E isso com certeza foi praticado – mesmo que de forma meio suspeita – pelo homens há centenas de anos.

Agora, usar a internet no banheiro é genialmente pior. É algo estranho em níveis radicais. É confuso. Você pode tuitar, por exemplo, interagindo com um troglodita (não poliglota) da sua timeline sobre a festa dele “FOI MUITO LEGAL PEDROCA, CURTI MUITO A PAÇOCA DA SUA MÃE!” enquanto prepara um sonoro submarino (e não estou falando da música dos Beatles).

A inocência de todos que interagem com você, – pensando que você está no máximo flatulando em seu quarto, escondido, – é muito divertido.

Que bom que ainda não existe a internet 3.0, com interação além de vídeos e sons.

Ps: E não, não estou “voltando” oficialmente. Só tive uma brecha (que coisa mais terrível de se dizer hoje em dia) no meu tempo e resolvi escrever sobre isso, que sempre brinco no tuiter. Brinque também. Diga: “Eu já falei pra vocês de como é mágico tuitar no banheiro?” ou algo do genêro.

Ps2: Estou com vergonha de ler esse texto novamente porque sei que escrevê-lo foi um erro e me deixará constrangido, fazendo com que eu o apague totalmente. Portanto, ignorem os erros e a falta de coesão. Fuck the grammar.

Ps3: To com um X360, não um PS3.

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Olhe bem essa menina e a tome como exemplo

abril 17, 2011 6 comentários

… Porque essa menina não deveria ser obra de uma mentira.

Eu não sei nem por onde começar. Eu jurei a mim mesmo que não escreveria motivos ou fatos pro Orkut DEIXAR DE EXISTIR. Eis alguns motivos para meu juramento:

1)      O que faz uma rede social são seus usuários, e não ela mesma. Já disse isso no meu texto sobre Orkutização;

2)      Apesar de ter negado isso no texto “Orkutização”, se podemos evitar dar razões para migrarem pra outra rede social, então devemos evitar;

3)      Eu ainda uso Orkut. Não uso diariamente – estou longe disso. Eu uso apenas pra divulgar esse blog (porque o Orkut é a rede social onde mais tenho forma de contato com o público). Aliás, muito provável que você esteja lendo isso porque eu divulguei no Orkut.

Eu até mesmo já escrevi no meu Tumblr vários motivos pra deixar o Orkut MORRER. No Tumblr pra não chamar atenção. Porém, as coisas chegaram ao seu limite.

Antigamente as comunidades de uma rede social chamada Orkut eram basicamente COMUNIDADES. Isso mesmo,  comunidades eram um grupo de pessoas com interesses iguais que entravam e se encontravam nesse “grupo”, buscando seu gosto/assunto/o que quer que seja. Algumas comunidades eram extremamente bem cuidadas e organizadas, com conteúdo que ninguém conseguia achar em nenhum outro lugar.

Então o câncer começou. Leia o tal texto no meu Tumblr para ter uma ideia da desgraça que as comunidades do Orkut viraram. Adianto aqui: comunidades com citações de frases de filmes/séries/livros, sensacionalismo sobre tragédias mundiais/nacionais, “entre nessa comunidade para ver o conteúdo do título”, etc…

E finalmente o assunto deste post: A MENINA QUE PULOU NA FRENTE DA AMIGA PARA PROTEGÊ-LA DA BALA.

A não ser quer você more em uma CAVERNA em ATLÂNTIDA, é muito provável que você saiba do caso de Realengo, onde aquele maluco invadiu uma escola e matou muita gente, entre a maioria, meninas.

A questão, é que, cedo ou tarde iam começam o FALSO HEROÍSMO. Pra quem não sabe, falso heroísmo é basicamente um heroísmo que não é de verdade. Compreendeu?

“Olhe bem essa menina e a tome como exemplo”

clique pra ampliar çabagaça

 “… se meteu em frente ao tiro que acertaria sua amiga para salvá-la” – Estou confuso. O tiro que acertaria sua amiga iria salvá-la ou ela que ia salvá-la do tiro? Odeio frases ambíguas.

“Sua amiga ficou coberta pelo sangue de Bianca se fingindo de morta e passa bem” – Isso é uma cena do filme chamado Carandiru. Sério. O cara se esconde com os corpos pra não levar tiro dos policiais.

“Agora reflita: Você faria o mesmo pela sua amiga?” – Não. E nem você. Ele está te mandando você refletir. Se você refletir, vai perceber que não faria isso subitamente.

“Daria sua vida pela sua amiga?” Um tiro na cabeça?” – Primeiramente, como ela ia saber que ia levar um tiro exatamente NA CABEÇA? E segundo que, “PELA SUA” com certeza é a frase mais feia do mundo.

__

Ok. De fato, Bianca Rocha Tavares morreu no tal desastre, basta pesquisar sobre isso. Entretanto, vocês perceberam uma coisa nesse texto?  NÃO HÁ PROVAS ALGUMA DE QUE BIANCA REALMENTE FEZ UM ATO DE AMIZADE. Não há links para entrevistas da amiga, não há evidências nem mesmo em notícias. Procure aí no Google. NÃO HÁ NADA RELATANDO QUE BIANCA PULOU NA FRENTE DE SUA AMIGA. Na verdade, essa amiga SEQUER existe no acontecimento! A única coisa que falam nas notícias é de que sua irmã gêmea levou um tiro no braço.

Amiga? Fingindo estar morta? ONDE? ME BÁ IBAGENS.

Falso heroísmo, amigos. Usam de um momento triste e chocante ao país para criarem comunidades que tendem a ganhar muitos membros. Retiram uma “lição de vida” do “acontecimento” e pedem pra você PROMOVER A COMUNIDADE.

Coisas assim se esparramam como batatinha pelo chão. Olhe só isso:

Aliás, querem ver como é muito fácil fazer um texto assim, sem provas? Preste atenção no texto que criei abaixo.

Considere que uma mulher terrorista entrou em um prédio, e explodiu o 12º andar matando várias pessoas e danificando o elevador, que passava ali no momento. Um homem chamado Kléber morreu, e não havia nenhuma criança ou bebê no acontecimento.

“Você está vendo esse homem na foto? Sim, esse homem chama-se Kleber e ele foi o responsável pelo resgate do bebê no elevador do desastre do 12º. Ele, com a mão amputada, negou atendimento médico, entrou nas ferragens do elevador e conseguiu puxar a perna do bebê para fora, o salvando. Infelizmente, perdeu muito sangue nesse ato de bravura.

É disso que o mundo precisa, de gente que sacrifica a si mesmo por uma nova vida.”

Difícil de acreditar? Agora mesmo você já quer ver a foto do Kléber.

Eu não sei nem o que é pior: as pessoas que tem coragem de criar não só uma, mas MUITAS comunidades idênticas, sem nem saber a fonte, ou as que entram nessas comunidades, acreditando em tudo que é falado na internet, criando tópicos com chats totalmente aleatórios. Parem de ser ingênuos.

*Claro que se eu estiver errado por desacreditar na bondade humano e Bianca realmente ter pulado na frente de sua amiga, esse texto será o maior FAIL de todos os tempos e vocês me zuarão por toda a eternidade. Por favor, não façam isso*

Análise de “Friday”, da Rebecca Black

março 18, 2011 6 comentários

https://i1.wp.com/imagesfb.s3.amazonaws.com/files/2011/03/rebecca-black-450x254.png

Eu tava pensando em fazer uma análise sobre o novo meme-vídeo da internet: Rebecca Black – Friday, mas um gringo foi mais rápido do que eu. TALVEZ eu até faça depois, analisando toda sua vida por trás desse sorriso de sexta feira.

Mas peraí, você não conhece Rebecca Black e sua música com letra mais bem trabalhada do que uma peça do Shakespare? Veja o vídeo a seguir e a conheça.


Estão chamando ela de novo Justin Bieber.

E aqui a análise do tal gringo, cujo sotaque é muito foda:

Respondam com sinceridade: vocês pegariam a Rebecca Black? Deixe sua opinião super importante nos comentários.

Omegle

fevereiro 3, 2011 2 comentários

Desde que a internet é internet as pessoas tentam achar nela um novo meio de comunicação. Quem nunca usou o Chat do Uol? Todos em busca de uma conversa com alguém diferente e curiosa, na tentativa de fugir do tédio internético do internauta (nem o Bial fala algo mais bonito que isso).

Dos milhares de sites de chat que existem na internet, dois se destacam: o Omegle e o Chatroulette. Enquanto que no começo o Omegle só disponibilizava a conversa por textos, o Chatroulette só disponibilizava por vídeo. Ambos percebendo a concorrência passaram a disponibilizar os dois formatos: texto e vídeo.

O maior problema nos vídeos são os seus usuários. Geralmente, – creio que em torno de 90% dos casos -, você vai ver um homem em um ato de onanismo; Ou seja, em palavras sujas: descascando a banana, despenteando o palhaço, brincando com o Johnson, pondo a cabeça de baixo pra funcionar, etc, etc, etc (poderia escrever parágrafos descrevendo tal ato). E eu nem sei o motivo de tudo isso. Procurando uma garota bonita? Apenas uma demonstração de seu membro inferior minúsculo? Ou pior, procurando homens fazendo o mesmo para que haja um diálogo entre as “cabeças”?

Sabendo disso, eu evito o video chat e vou para o text chat. Quando uso, uso o Omegle porque ele é muito superior em comparação ao ChatRoulette nesse caso. Até porque, mesmo numa conversa em textos no Chatroulette, tenho a impressão de que há uma “pistola” carregada do outro lado mesmo não podendo ver. Questão de trauma mesmo.

Foi então em uma noite, que após diversas conversas fracassadas de pessoas que automaticamente saiem da conversa quando você diz que é do Brasil – apesar que conheci uma Polaca simpática -, encontrei um homem “diferente”. Ele disse que buscava uma “kinky girl”. Vou deixar a definição de kink pra você abaixo, sendo o Wikipédia gringo:

“In current usage, the term kink has often come to refer to a range of objective and objectifying sexualistic practices ranging in degree from the playful to the paraphilic. These include spanking, bondage, dominance and submission, sadomasochism (BDSM) and sexual fetishism.

Por que diabos essa mulher tem três pés?

Traduzindo: kink é a forma de fazer sexo a partir de fetiches em geral, como sadomasoquismo, dominação, submissão, servidão, etc. A tal pessoa que se diz homem no chat queria uma mulher DOMINADORA, que fosse sua PATROA e o escravizasse sexualmente.

Não guardei a conversa, mas vou escrever aqui embaixo o que eu me lembro. É claro que eu não perdi a chance de me passar por uma mulher.

TEXTO ABAIXO COM PALAVRAS FORTES E SUJAS. SE TIVER NOJINHO, CAIA FORA. NÃO LEIA ISSO AQUI.

– Eu procuro por uma mulher que curte sadomasoquismo/fetiche/ser dominante no sexo (I’m looking for a kinky girl) – disse logo de supetão o que se diz homem.
– Opa, – disse eu, aproveitando a chance de se passar por uma mulher pra um terceiro cara que  procurava uma kinky girl naquele dia – Eu sou uma mulher e sou sua dona agora, escravo – Eu tinha que trollar o rapaz.
Sim, mestra – a partir desse momento ele passou a me chamar de “mistress”, ou mestra/patroa/dona/senhora em português.

Óbvio que a conversa a partir daí se tornaria uma bizarrice. Me sentia como o Frodo quando o Smeagol mostrava reverência.
– O que você faria por mim, escravo? – eu disse.
– Qualquer coisa, mestra.
– Você ficaria de quatro pra mim?
– Ficaria sim, mestra.
– Você deixaria eu usar um strap on em você?
– Sim, sim, eu faria qualquer coisa por você mestra.

Isso é um strap on

Isso é um strap on. Sente o drama do rapaz.

Foi então nessa hora que percebi o meu poder. A partir daí queria ver até onde ele chegava.

– Você rasgaria sua própria pele com uma faca por mim?
– Sim, mestra. Eu rasgaria.

Depois de uns minutos conversando, sugerindo coisas nojentas das quais não gostaria de descrever aqui, e com certeza, deixando o cara muito excitado, cheguei nisso:
– Você MATARIA uma pessoa por mim, escravo?
– Ah, se você realmente quer isso, eu mataria sim...

Então vi que eu chegara no máximo e finalizei com:
– Cara, eu sou um homem! HAHAHAHAHAHAHAHHA! Você realmente mataria uma pessoa só porque eu pedi? Só por fetiche? Todo mundo tem sua fantasia sexual, mas você chegou no limite. Você devia se tratar com algum especialista! Adeus.
Your conversational partner has disconnected.

As pessoas estão cada vez mais loucas, amigos.

Orkutização

janeiro 4, 2011 3 comentários

Sempre que alguma rede social nova – ou antiga – fica famosa os Haters aparecem. Eles são os “descobridores”, os “nerds”, os “legais” que já fazem parte da tal rede social – que eu vou passar a chamar de TETTLE a partir de agora – que se sentem invadidos por usuários “noobs” e idiotas quando o Tettle fica famoso.

HAUEHAUEHAUEHAUEAHUEAHEUAHEUAHEAUEHAUEAHUEAHEUAHEAUEHAUEHAUE


Um exemplo atual é o Twitter. Depois de virar mainstream – no Brasil – depois de uns 4 anos da criação, uma HORDA de gente de todas as classes que acessam o computador entraram no Twitter e vem entrando cada vez mais. Até 2009 ,mais ou menos, o Twitter era um site até conhecido, mas que não interessava tanto assim os brasileiros.

Isso passou a ser chamado de Orkutização.

Pra quem não tem conhecimento, o Orkut é a maior rede social do Brasil inteiro. É a rede social “de Lan House” onde qualquer pessoa que você conheça e tenha menos de 30 anos tem uma conta. O que isso significa? Pessoas do GUETO, da inclusão digital.

Conforme tais pessoas “não tão acostumadas” com o mundo cruel, violento e sórdido que é a internet começam a usar o Tettle e “poluí-lo”, isso é chamado de Orkutização.

Pra começo de conversa, você não é o dono do site e provavelmente, o site não é privado. Todos podem participar. E se você entrou no site um pouco mais cedo e criou grupos, meios de comunicação únicos ou jeitos específicos de usar o Tettle, isso não significa que o site seja seu.

Uma rede social é formada por pessoas trocando ideias, pensamentos, gostos, comentários, dicas e tudo que fazem no dia a dia fora do computador. A diferença básica, é que, tudo isso está na internet e não na vida real. Na vida real você vai conversar com tal pessoa sobre o assunto que quer. É como se você repartisse sua personalidade em vários pedaços e esses pedaços servissem pra cada pessoa que você conhece. Ao conhecê-la bem, saberá do que falar pra agradá-la e ter uma comunicação. Já na internet, a pessoa vai ser alguém específico, com um humor diferente ou até mesmo ELA NA SUA REAL FORMA, demonstrando seus gostos e jeitos de agir que você NÃO GOSTA e jamais tinha falado com ela.


– MUITO ZIKA ESSA FOTO NO ORCUT HEM MLK VO CATA GERAL COM MEU SORRISO E MEU MONO TOPETE.
– QUEM É VOCÊ E O QUE FEZ COM O JOHN QUE EU CONHEÇO.


O que você faz? Afinal, você é AMIGÃO daquela pessoa, e na sua opinião, ela é um Orkutizador do Tettle. Ora, seu idiota, fuja da pessoa. Você não é obrigado a ser amigo da pessoa na internet só porque é na vida real. A Orkutização – na maioria das vezes – só é visível pra você porque você conhece alguém que compartilha ideias de gente “fora do seu grupo”. É claro que às vezes não tem como escapar e você acaba vendo a influência em, como por exemplo no Twitter, Trending Topics sobre RESTART, Safadeza Oculta e coisas que você acha totalmente sem nexo.


Você não precisa ser amigo dela pra ver a “Orkutização”. Basta ver, dar risada e ignorá-la PARA TODA A ETERNIDADE.

Amigo, o que você acha que os “Orkutizadores” acham dos Trending Topics sobre Inception e Michael Jackson? A “Orkutização” é só um ponto de vista, e nesse caso, pra você. Pra eles, você são os “nerds estranhos que escrevem tudo certo e não tem vida social”. Gostou? Eles escrevem “CERTO” com S e usam “MAIS” no lugar de “MAS”,porém partem pro coito com todo mundo que você queria partir.

A Orkutização só chega pra quem quer.

Aliás, eu não uso mais Orkut. Não por seus usuários – as comunidades do Orkut são uma coisa muito legal -, mas pelo site mesmo que ficou uma tremenda BOSTA carnavalesca copiadora do Facebook. Leia as tags.

Twitter

janeiro 4, 2011 Deixe um comentário

tão fofo quanto a sua mãe fazendo sexo com seu vizinho.

Por que a minha maior felicidade nesse tal de Twitter não é quando eu o atualizo, e sim, quando eu consigo escrever o que eu queria em 140 letras sem precisar diminuir nem abreviar nenhuma palavra?

Nada – nada mesmo – mais chato na internet do que ter sua criatividade bloqueada. Eu como um bom usuário da imaginação fértil – não necessito de LSD – sempre adiciono adjetivos e outros tipos de linguagens que tornariam um texto mais engraçado, ou até mesmo estranho (eu sou assim: um louco idiota daqueles que você ri quando se fode todo). E me vejo bloqueado pelos tais 140 caracteres. E o pior é que o limite sempre vai ficar por 3, 4 letras, e não 100 letras. Isso que me deixa furioso.

Além disso, o Twitter tem os SEUS USUÁRIOS. Eu tenho preconceito sim. Sim, eu não gosto de você. Você é chato. E eu também não gosto de mim. Não vejo problema em você, pessoa bonita ou feia, comentar o que está fazendo ou dar RT em tudo que vê – deixando a sua página parecendo com um serviço permitido de SPAM do que a sua rotina – mas tudo tem seus limites: apesar de ser livre ou não ter regras específicas, a internet continua sendo a internet, e falar coisas extremamente pessoais queimam o filme e geram a vergonha alheia. Ah, a vergonha alheia que ilumina a minha mão que se imatiza – essa palavra a partir de hoje existe – com a minha face.

Não vamos ser hipócritas, o Twitter é a rede social mais inútil que você pode participar: você não acrescenta NADA na sua vida ao saber da vida alheia; não conhece pessoas novas legais nem vê seus amigos de quem tinha esquecido – até porque caso você siga ele hoje, é porque achou ele em outras redes sociais como Facebook e Orkut. MAS ele é um grande psicólogo, um grande diário. Ele funciona como aquela pessoa que você não tem – FOREVER ALONE – onde conta tudo pra ‘desabafar’. Fora que é um grande amigo pra te tirar do tédio, apesar de você estar falando pra ninguém ler – você pode ter 500 followers ou mais, ninguém vai ler os seus tweets no horário da tarde ou de manhã.

Só sei que me arrependerei fortemente no futuro quando perceber que perdi 1 hora diária visitando o site dos pássaros enquanto podia, no mesmo computador, criar ideias revolucionárias que ajudariam o mundo sobre, sei lá, a Terceira Guerra Mundial.