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Archive for the ‘Música’ Category

Esfria, por favor

janeiro 30, 2011 9 comentários

Não gosto de morar no Brasil. Os meus gostos são totalmente diferentes da maioria das pessoas que nasceram nessa terra verde e amarela. Meu sonho é fugir para um lugar onde não coloquem funk todo dia na minha rua, muito menos sertanejo ou forró. Imagine a tristeza que é acordar ouvindo Valeska Popuza? Agora imagine a felicidade – mesmo que me acordem, comparem com o anterior – que é acordar com o vizinho ouvindo Metal no último volume (apesar que tem uns metais que eu tem que considerar apenas como “gritos”)? Qualquer coisa soa melhor pra mim do que os gostos musicais e culturais famosos do Brasil: pagode, samba, forró, axé, sertanejo.

Quero fugir disso. Para sempre. Agora.

O pior é que nessas férias, como sempre, a Rede de televisão global cria programas de auditório ou seriados com duração exclusivamente para o período de férias. No caso, uma das criações de 2011 é o sofisticado programa Esquenta!, apresentado pela querida (ela é realmente querida) Regina Casé.

Please God, make it stop!…

Primeiramente, quero dizer a todos que não gosto do jeito da Regina Casé ser. Ela pode ser uma pessoa boa, generosa, amiga, comunicativa e o escambal, mas o jeito que ela fala, se mexe e existe “toda feliz” é, para mim, bom motivo para considerar suicídio.

Esse programa Esquenta! me fez pensar realmente se ainda há motivos para viver. O cenário, pra começar é todo colorido. Não colorido de forma Restart com suas cores específicas (laranja, azul piscina, verde, vermelho, roxo, etc). O colorido do Esquenta! nada mais é que TODAS as cores do espectro contínuo de cores, o que deixa o programa totalmente brega até para os anos 80.

Depois que – apesar de algumas matérias parecerem interessantes – a Regina Casé sempre tem seu gosto por “comunidade” (sério, odeio gente em excesso, ainda vou escrever sobre isso), é óbvio que com o Carnaval chegando, tanto esse tema como o samba são explorados no programa com entrevistas e o caralho a quatro.

Mas nem tudo é o fim do mundo. Para salvar o programa – que é de auditório – temos os convidados tanto para entrevistas ao vivo como os artistas para fazer a trilha sonora. Porém, isso não quer dizer que salva. A banda desse domingo foi o Exaltasamba. Eles fazem músicas legais (leia letra e ritmo, apesar de eu não gostar de pagode de forma alguma, adimiro que eles sabem tocar alguma coisa e fazer letras “bonitas” ou que tem sentido) mas ganhei um ódio enorme pela banda , já que os vizinhos aqui me fazem decorar as letras das músicas À FORÇA. Além disso, meu primo em uma viagem, me acordava todo dia com uma música desse grupo de pagode, sabendo que eu não gostava. Acho que a música era algo como “Valeu, aproveita” que ficava na minha cabeça durante o dia todo. Também não faria sentido colocar um bande de DEATH CORE (não gosto, só estou dando exemplo) num programa “feliz”, colorido, e com influências do axé baiano (mesmo tendo nascido no Rio) de Casé, Regina.

Opa, outro convidado: Rodrigo Santoro. PORRA! O cara deve ser milionário, tem fama em Hollywood e contracenou com artistas que você desejaria e deseja ser. E sabe o que ele fez no programa? Cantou uma música junto com o Exaltasamba. Óbvio que isso é uma decadência. Não por desvalorizar a banda, mas sim porque o cara já fez 300 como um vilão fodido e hoje cantou “la la la la la la la la la la la la la, quero amar você” num programa colorido, apresentado por Regina Casé. Comparem o nível. I’m just saying.

Exemplo de poder do jovem rapaz e até onde ele chegou.

Quando o programa acabou, me senti aliviado para poder olhar para o telão – esse programa estava passando enquanto eu almoçava em um restaurante – sem que meu cérebro crie uma parte maléfica que só conseguia ver a Casé sendo triturada. Sério, quando você tem raiva de alguma coisa – e no caso de gente demasiadamente feliz que fala com uma voz irritante – você começa a criar modos de tortura a partir da sua cabeça que jamais o Jigsaw e filmes de Premonição conseguiriam fazer. Faça o teste.  Escolha uma pessoa que você odeia ou não gosta ou que te irrita e veja como seu cérebro automaticamente consegue ver um melhor uso de um garfo, de um sapato, de um alicate, de um urso de pelúcia, qualquer coisa.

Clique para ampliar e ver minha avaliação do site oficial da bagaça.

É claro que eu não estou sendo preconceituoso. Isso é questão de gosto pessoal. E, para mim, o Esquenta! – pior nome de programa que existe  – é a união de tudo que eu odeio nesse país chamado Brasil. Pode haver pessoas – e pior que há: muita muita muita gente assiste e se diverte vendo tais programas – que goste de programas do tipo, já que o gosto deles é diferente do meu e de meia dúzia de pessoas. Eu só estou expondo a minha visão sobre o programa. Não te pedi para concordar com minha opinião. Se você desse programa, me diga porque é tão divertido nos comentários.

Esfria, por favor. AGORA!

E você? Qual o programa ou atração que você mais tem repulsa? O que não aguenta ver/ouvir? O que não suporta em geral? Comente!

Clássico vs música de hoje

janeiro 19, 2011 1 comentário

Esse texto está meio vagabundo pois escrevi em apenas vinte minutos, e quando o fiz, estava com sono.

“Será que os clássicos só são clássicos porque com o tempo a música fica tão ruim que qualquer coisa anterior é incrivelmente melhor?”

Foi essa a pergunta em que eu e meu cabeleleiros chegamos após a debater sobre modinhas atuais e clássicos como The Beatles.

E porque The Beatles? Porque o The Beatles foi o Restart de 50 anos atrás. NÃO ME XINGUE.

RESTART

  • Restart é uma banda NOVA que tem como características usar roupa colorida apertada (cores sortidas, mas todas em tons fortes);
  • A maioria do seu público fã é feminino, graças aos termos e gestos que a banda popularizou;
  • As letras das suas músicas falam sobre romances adolescentes e nada além disso;
  • Tecnicamente revolucionou o novo pop rock no Brasil que agora tende a ser colorido e adolescente.
  • Além da maioria das pessoas não gostarem, a crítica acha ridículo.

THE BEATLES

  • The Beatles é uma banda conhecida por inovar os anos 60 e influenciar o rock que conhecemos;
  • No começo da banda a maioria do seu público também era feminino, e esse mesmo público morria de amores por Paul McCartney;
  • As letras das suas músicas variam desde letras conceituais até letras extremamentes infantis Yellow Submarine;
  • No álbum Sgt. Peppers, o grupo inteiro vestia roupas deveras coloridas (laranja, azul piscina, amarelo e rosa).
  • A crítica na época em que a banda saiu não gostou.

Imagem do Bobagento.com, que com apenas essa imagem me influenciou a fazer esse texto.

Pronto. Provoquei a discórdia.

Agora, o que faz The Beatles ser muito melhor que Restart? Eu não gosto de Restart (musicalmente e na aparência) mas até que encaro um pouco de The Beatles (musicalmente e até na aparência). Você talvez saiba que todos glorificam The Beatles como simplesmente a MAIOR banda de todos os tempos, enquanto, Restart é apenas a mais mal vista ultimamente no Brasil. Se fomos pensar, as características das bandas são bem semelhantes.

Não vou ficar puxando muito assunto. É apenas isso o que eu queria dizer e deixar essa pergunta para você: Restart daqui 50 anos será visto como clássico?

TEXTO INFLUENCIADO POR: “NÃO PARECEM A MESMA BANDA?

 

Funk

janeiro 8, 2011 5 comentários

Você já parou pra pensar o que é música? De como ela e sua teoria foram criadas? E, incrivelmente, do jeito que ela com a letra ou a melodia te fazem sentir fisicamente – dançando ou pulando como um macaco headbanger – e psicologiamente – feliz, triste, bravo, calmo, assustado, etc? Não é só questão de um batuque em algum instrumento de percussão marcando o tempo, a voz de qualquer pessoa  cantando e um som base de algum instrumento, como guitarra, piano, violão, gaita ou sei lá, uma gaita de foles. É a união de toda a teoria musical + habilidade do instrumento/voz + estilo musical + letra (nem sempre presente) + sentimento. Rola todo um conhecimento na hora de fazer uma música: saber como usar BEM toda a hierarquia de sistema da música. É preciso técnica. Pura matemática – o que contradiz que muitos artistas da música foram péssimos na escola.

E então que em meados de 1960 um estadunidense chamado James Brown ajudou a popularizar um ritmo de música chamado Funk. Basicamente o ritmo era dançante, e músicas como “I Got You (I Feel Good)” fizeram a felicidade da época.

“FANQUE” CARIOCA

No entanto, acho que você já ouviu o “FANQUE” CARIOCA. Segundo o nosso amigo Wikipédia, o hoje famigerado funk carioca teve “influência” do black, soul, shaft ou funk clássico, que eram tocado em bailes nos anos 70. “Influência” entre aspas porque os DJs foram buscando novos estilos de música negra e acabaram não trocando o nome conforme a passagem das décadas. E isso resultou no nosso querido – por alguns ladrões/traficantes – e odiado – por gente de bem – funk carioca. Tanto que se você falar somente”funk” hoje no Brasil, todos interpretarão como o carioca, o que é um insulto ao funk de James Brown.

Não sou de criticar o gosto musical das pessoas porque cada um tem seu gosto, – apesar de já ter falado sobre Hip Hop e R&B, – mas não podemos considerar o Funk Carioca algo que pode ser ouvido. As letras. O ritmo. Tá tudo errado. Tudo limita-se em sexo e putaria no seu pior. As letras às vezes são cantados por vozes de crianças (isso devia ser proibido) dizendo  que elas querem ver o “piru” dos amigos vizinhos. Em outros casos conseguimos ouvir TODOS os apelidos referentes ao órgão sexual masculino e feminino em apenas 6 minutos. Refrões não passam de mulheres gemendo e homens com uma enorme fome de comer mulheres, o que me faz pensar se eles são zumbis.

“IÇU MEMO CRODEINEIDE, DANÇA A MÚSICA DO DJ CRAUDINHO, SUA GOSTOSA!”.

Já a melodia (???) não passa de uma compilação de sons totalmente escrotos repetidos sem nenhuma ordem musical. É literalmente um “TCHUQUI TCHA TCHUQUI TCHUQUI TCHA TCHA!“. Vários funks contém remixes de sons de computador, como por exemplo o de vários sons retirados do MSN. Gosto de remixes – principalmente paródias – mas o funk é um remix de baixíssima qualidade, hein? Puta merda.


Olhe por exemplo nesse vídeo que tive nojo de colocar aqui. Além do começo da música já ACABAR com a música original do Foreigner – que já foi destruída pela Mariah Carey – a tal da Valeska diz não se importar se o cara é casado ou não e começa a falar que quer dar dar dar dar dar dar dar dar dar. Depois a letra é simplesmente terrível. Tudo isso enquanto imagens de um típico ouvinte de funk e usuário de Orkut aparecem no vídeo. Mas que grande merda.

Mal chegamos ao meio desse post e já temos a conclusão irrefutável de que FUNK CARIOCA NÃO É MÚSICA e que FUNK CARIOCA É A MAIOR DESGRAÇA DA GERAÇÃO CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA.

BAILES FUNK

O pior de tudo não é nem o funk em si, mas sim suas consequências, como os bailes funks. Infelizmente não achei uma definição no Wikipédia, mas vou explicar aqui pra vocês o que um é baile funk . Primeiramente, quero informar a todos vocês que nada no mundo me atormenta mais do que muvuca. Filas de banco ou de qualquer lugar, feira, shows lotados, a Índia (HAHAHA) 25 de março no final de ano, Piscinão de Ramos… Qualquer maldito lugar onde há gente em excesso me passam uma extrema angústia de querer morrer. Agora, voltando à definição de baile funk. Baile funk nada mais é do que um acontecimento que ocorre em uma pequena sala que suporta trinta pessoas, mas que na verdade são lotados com centenas de pessoas extremamente feias com grande massa nas nádegas, onde essas se alcoolizam e fazem danças do acasalamento, nas quais tudo é baseado em se esfregar em corpos humanos do sexo oposto. Tudo isso ao som de funk. Sendo que frequentemente há um show ao vivo do seu artista favorito.


Meu Deus do céu. Se quiserem rir mais, cliquem para ampliar.

Basicamente, as pessoas que participam desse local sórdido não vão em busca de ouvir funk, e sim acasalar com o máximo de pessoas possível. Isso resulta em uma gravidez inesperada, onde o sujeito que nascer seguirá os caminhos dos pais e assaltará você em alguma parada de semáforo. Ou seja, baile funk é o último lugar onde uma pessoa que tenha amor a si próprio queira estar. O barulho das caixas de som que transmitem o funk, aliado ao fato de você estar perto de mulheres com bundas enormes e homens sem dente fazem você querer preferir pular no poço de merda do que participar de uma dessas festas estranhas.


MULHERES FRUTA

Em alguns desses bailes funks, seres femininos com partes do corpo extremamente avantajados de banha ficaram populares e receberam apelidos referentes ao seu formato. O primeiro foi da Mulher Melancia, já que o seu traseiro tinha o formato impróprio de uma melancia.

Foi aí que começou a putaria – como se já não rolasse no funk em geral. Várias mulheres diziam ter alguma parte do corpo semelhantes à alguma fruta e aí começou a geração de mulheres frutas. Uma tinha peito em formato de maracujá, já outra tem bunda no formato de um morango, outra tem o tornozelo com o formato de um abacate, já aquela do formato da banana você, homem, não irá querer conhecer. Enfim, quando uma mulher tem a parte do corpo semelhante à uma fruta, essa recebe o nome Mulher (nome da fruta). Outra vez mostrando que o funk carioca só nos dá desgraça.

Boa parte das mulheres frutas aí em cima. Eu acho. Sei lá quem é quem.

Tem também outras variações onde, por exemplo, uma moçoila que se diz virgem se auto denominou Mulher Caviar por ninguém nunca ter a comido (como na letra de um pagode do Zeca Pagodinho). Mas não vou entrar em detalhes dessas variações.

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Mas puta que pariu né. O que tem a ver o funk de James Brown com essa putaria sem sentido?

E o comportamento dos ouvintes de funk carioca? Estou sendo preconceituoso, mas com certeza você vai ver alguém que gosta de funk te causar vergonha alheia. Pode ser ouvindo música no celular no ônibus/rua no último volume, colocando o som no último volume dentro de seus barracos para todo mundo ouvir, falando diversos palavrões e gritando fora de hora, ou até mesmo te assaltando, traficando drogas e as consumindo.

A única coisa que eu espero é que os funkeiros não leiam isso aqui. Eu sei, parece idiota eu escrever isso mas pense bem: um ser que goste de uma música como funk não tem a cabeça aberta o suficiente para interpretar um texto e ver que deve parar de ouvir essa desgraça. O máximo que eles poderiam fazer é ficar muito furiosos, me procurarem e me baterem até a morte. Felizmente, eu me lembro que maioria dos funkeiros só acessam a internet por lan houses, e quando o fazem, apenas acessam o Orkut para postar fotos do último baile funk que foi e escrever nos comentários das fotos que pegou mais de vinte.

Mas mesmo assim, por precaução, qualquer coisa meu nome é André, moro no Amapá, perto da Rua Solange Matos.

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Ignorem as tags aqui embaixo do post. Sem apelação não ganho visitas. Beijos.

Hip Hop e R&B

janeiro 4, 2011 1 comentário

Exemplo de filha da puta fodedor da música

Para os leigos do inglês ou de conhecimento mesmo – seu burro -, no Brasil, esses ritmos são conhecidos como o BLACK.

Resolvi escrever esse texto depois que vi aquele clipe do Chris Brown, I can transform Ya, na MTV. Ele é o estereótipo perfeito do que se tornou esses 2 ritmos.

Letras
Praticamente TODAS as músicas desses malditos hoje são um beijo no próprio EGO: geralmente falam sobre ele ser o comelão das mulheres, de possuir carros importados, de limpar a bunda com uma nota de 100, de como ele é foda fazendo alguma coisa, de como ele faz isso, faz aquilo. Ah, por favor. Morre aê. Isso foge completamente do que foi o ritmo rap/hip hop antigamente. Antes, a letra mostrava toda uma visão POBRE do cantor, do sofrimento. Hoje, até quem está começando nesse ritmo já fala das riquezas que possui sendo que ninguém nunca ouviu falar do indivíduo.

Video clipe
Outra, o clipe é ridículo. QUAL O MALDITO SENTIDO DE UM FUNDO BRANCO ONDE AS PESSOAS FICAM DANÇANDO E CANTANDO? Não passa de um vídeo cheio de efeitos especiais, mas completamente sem sentido. A Beyonce usa muito disso – Single Ladies que o diga. Faça algo criativo, por favor. Caso não consiga – eu vou entender, é muito difícil ter criatividade no século XXI – faça um vídeo relacionado à letra da música. Ops, melhor não, porque a letra não passa de “SOU FODA, COMO TODO MUNDO, TENHO DINHEIRO, OS CARAS ME INVEJAM, MEU CARRO É UMA FERRARI, SUA MINA ME AMA”.

Vozes Digitais
Ninguém é um Freddie Mercury, eu sei. É normal a alteração da voz para uma afinação melhor, mas o Lil’ Wayne se supera. Puta que pariu. Eu quero morrer quando ouço a voz daquele infeliz. O cara NÃO CANTA! Por quê? Por quê diabos o cara tem uma voz digital? CRIA UM ROBÔ CHAMADO AUTO-TUNETS – curtiu o nome, gatchenha? -, mas não me fala que o Lil’ Wayne canta. E não é só ele. Muita gente exagera demais nesse sentido. Cadê o espírito da música? Ou será que eu to esperando demais de uma música sobre estuprar mulheres?

Música Digital
Um só exemplo pra vocês terem ideia: Black Eyed Peas – eles nem se enquadram mais no R&B/Hip hop. A música deles é totalmente digital, não tem nenhum instrumento, só um maldito DJ e remixagem feito para baladas.

Gemeção e gemeção no último refrão
Mariah Carey, Beyonce, Katy Perry, Rihanna, Chris Brown – cuja voz é a mais irritante do universo (a do Lil’ Wayne é modificada) -, Ne-Yo e outras pessoinhas que esqueci agora. Por favor, o nome da música é DESCARADA, você repete isso no refrão 8x. Até aí tudo bem, mas no último refrão as coisas se tornam exageradas. Além das 8x de repetição naturais, vem a segunda voz – que é feita pela mesma pessoa – gemendo sem parar o nome da música. Além de irritar, a música enjoa muito mais rápido. Qualé, Mariah Carey: você cantava músicas que hoje são as primeiras escolhas pra tema de casamento, lado a lado com Whitney Houston.
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Esse ritmo se tornou ridículo. É claro que não posso falar que não gosto de nenhuma música – até mesmo o BEP robô-trônico criou músicas VICIANTES -, há ALGUMAS EXCESSÕES, mas, qual o problema em FAZER uma música com letra, ritmo e um clipe legal? Quando eu digo fazer eu digo FAZER. Tudo hoje não passa de auto-tune e remixagem de computador. Ah, nós devemos colaborar também né. Vamos apreciar uma coisa chamada MÚSICA. Nós é quem fazemos a fama/fortuna deles. Será que eles merecem toda essa fama? (Já cansei de quantos FACEPALMs eu já invoquei vendo e ouvindo R&B/Hip Hop atual)

SÓ DEIXO ISSO AQUI.