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Archive for the ‘Real life’ Category

Fui o único que pulou

abril 21, 2013 Deixe um comentário

Fui o único que pulou ao jogar o capelo na minha formatura. Sim, de 267 pessoas (ok, nem tantos assim), fui o único que em uma sequência de fotos, é visto pulando. O cara organizador do evento tinha dito que seria legal dar o pulo em um ensaio do evento. Bem, parece que o pessoal não teve coragem e eu fiquei parecendo um idiota. As fotos são ao mesmo tempo engraçadas e constrangedoras.

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Porém, guardem essas fotos para quando eu ficar milionário e salvar o mundo pra pegarem essas mesmas fotos e passarem nos jornais:

Felipe Silvestre, aquele que foi o único que pulou na formatura e de agora o único no mundo que tem 7 prêmios Nobel e 8 medalhas de honra por ter curado a população da Aids e criado métodos sociais incríveis que tem auxiliado na supressão da fome e pobreza no mundo todo. De fato, ele foi o único e ainda é hoje. Felipe <3.

Ou algo do tipo.

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Pingo

Há quase seis meses eu não posto nada aqui. O motivo de eu voltar a postar aqui é a importância desse post.

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Como eu já tinha relatado aqui anteriormente, o meu cachorro, Pingo, estava em péssimas condições. Isso já faz bastante tempo também.  E sim, ele sobreviveu todo esse tempo, naquele estado. Inclusive, parecia que piorava cada vez mais, mas ainda assim, vivia.

O que nos impedia de sacrificá-lo era sua força em sobreviver. Ele não parecia sofrer. Esse era o grande motivo. Outro motivo era o nosso egoísmo natural em querer mantê-lo vivo conosco. Toda uma história, carinho e afeto foram reunidos nessa quase década ao lado do Pingo. Não é fácil decidir algo desse nível, mantê-lo vivo ao nosso lado, ou nunca mais vê-lo. E por fim, uma razão que nos deu uma fé inicial em acreditar que ele iria curar era que ele já tinha ficado num estado parecido há uns quatro anos. Naquela época ele sofreu de verdade. Chorava de dor pois não conseguia sequer levantar.  Chegou em um estado super crítico.  Mas ele sobreviveu e superou. Voltou melhor do que antes! Talvez com um certo medo de fazer algumas coisas, mas ainda assim, pulava, brincava. Era o mesmo cachorro feliz e saltitante de sempre. Eu, a partir de ali, o chamei de imortal. Imortal porque eu nunca imaginei que ele sobreviveria.

Esses motivos nos fizeram mantê-lo vivo. Não vou dar detalhes de como ele estava, mas não andava mais direito, estava cego e magrelíssimo. Só saia de sua casinha quando a gente pegava ele pra passear.

Ontem, dia 2 de abril,  nós o sacrificamos. Todos chegamos a essa conclusão. Não havia outro jeito. Ele não parecia sofrer de verdade, mas era possível ver como ele era infeliz. Não vivia do jeito que deveria. Seu espírito de cachorro brincalhão já havia morrido. Era sempre triste vê-lo. Sempre. Pessoas que o conheceram pessoalmente não o reconheciam e muitas se negavam a vê-lo novamente. Pois era entristecedor ver como todo o brilho do Pingo tinha ido embora.

Ele não brincava mais, vivia bravo. E, aos poucos, eu meio que me distanciei dele. Me sinto um pouco mal por isso. Mas minha vida começou a virar uma correria, e quando ia vê-lo era ignorado. Ele não queria meu carinho. Parece que ele sentia vergonha em estar daquele jeito, sabe?

E independente de esses últimos meses não estarmos tão próximos, foi duro me despedir dele. De verdade. Eu sempre quis ter um cachorro e ele foi o meu primeiro. Foi o meu melhor amigo por muito tempo, mesmo apesar de seu temperamento meio esquentado e até ter me mordido seriamente. Até eu me morderia se eu fosse ele, criança é chata pra caramba, hahaha. É dificil não lembrar de todos os momentos que passamos juntos, dos vários sorrisos que eu dei só de vê-lo fazer algum truque, ser esperto demais pra um cachorro.

Meus pais foram incríveis. Cuidaram dele com todo o carinho do mundo mesmo depois de toda essa fase. É incrível ver quão afetuoso e bondoso pode ser um ser humano.

Peço desculpas a ti, Pingo, por ter sido um dono regular. Eu sempre te amei. Te ver daquele jeito machucava e era impossível não deixar algumas lágrimas escorregarem. Te agradeço por ter tido amor incondicional e ter me amado também. Seu arrependimento, seu perdão, sua alegria em alegrar e afeto são coisas que muitas pessoas jamais terão. Você dançava” de um lado pro outro de alegria quando nos via depois de muito tempo sem nos ver. Você pulava como um canguru e corria como uma lebre. Dava voltas na casa todo em um momento de surto e pegava o seu próprio cobertor com a boca pra levar pra onde lhe convinha. Você foi super especial. Marcou minha pré-adolescência. Posso dizer que tive O cachorro.

O Pingo foi um herói. Forte. Não morreu. Foi morto. Continuou “imortal”. Uma lição de vida pra mim, pra todos nós. Não desistir nunca. Ele nunca desistiu. Ultrapassou os limites e continou ultrapassando.

Obrigado, Pingo. Meu menino…

pingo

3 situações que deixam uma pessoa INSANA

julho 29, 2012 Deixe um comentário

Exatamente três. Deixam uma pessoa inconsciente, furiosa, louca, sem noção do que faz e faz os diretos humanos parecerem uma piada. Essas são as três situações que deixam uma pessoa louca.

Leia mais…

Eu já falei pra vocês da genialidade de usar internet no banheiro?

fevereiro 5, 2012 Deixe um comentário

Bem, pelo menos enquanto o “usa?”

Eu vivo brincando no tuiter com essa frase do título. Eu digo que ela é novo “comer no banheiro”. Bem, por ser um lugar naturalmente estranho para fazer qualquer coisa além das funções principais (banho, escovar os dentes, mijar, cocozar, barbear/depilar), quando você foge desse ciclo, um sensação estranha acontece.

Comer no banheiro (não vou especificar em que momento, está implícito) é extremamente estranho. É um paradoxo, uma ironia, um cúmulo da lógica. E isso com certeza foi praticado – mesmo que de forma meio suspeita – pelo homens há centenas de anos.

Agora, usar a internet no banheiro é genialmente pior. É algo estranho em níveis radicais. É confuso. Você pode tuitar, por exemplo, interagindo com um troglodita (não poliglota) da sua timeline sobre a festa dele “FOI MUITO LEGAL PEDROCA, CURTI MUITO A PAÇOCA DA SUA MÃE!” enquanto prepara um sonoro submarino (e não estou falando da música dos Beatles).

A inocência de todos que interagem com você, – pensando que você está no máximo flatulando em seu quarto, escondido, – é muito divertido.

Que bom que ainda não existe a internet 3.0, com interação além de vídeos e sons.

Ps: E não, não estou “voltando” oficialmente. Só tive uma brecha (que coisa mais terrível de se dizer hoje em dia) no meu tempo e resolvi escrever sobre isso, que sempre brinco no tuiter. Brinque também. Diga: “Eu já falei pra vocês de como é mágico tuitar no banheiro?” ou algo do genêro.

Ps2: Estou com vergonha de ler esse texto novamente porque sei que escrevê-lo foi um erro e me deixará constrangido, fazendo com que eu o apague totalmente. Portanto, ignorem os erros e a falta de coesão. Fuck the grammar.

Ps3: To com um X360, não um PS3.

Jordan’s Field TRIP #3: Dia 3 e dia 4

janeiro 5, 2012 Deixe um comentário

Opa, meio atrasado, mas por motivos lógicos. Ano novo. Aliás, feliz ano novo pra vocês aí. Não morram.

Bem, eu posso dizer que aproveitei 50% de Campos do Jordão. Por não ser o dono do carro nem possuir tanto poder em relação do que fazer na cidade, eu não visitei quase nenhum ponto turístico que chama atenção e tal.

No dia 3 eu repeti o mesmo processo do dia 2 e visitei o comércio de Capivari e isso já foi o suficiente. Andei pela região toda do comércio a pé e foi muito, muito gratificante aos olhos.

No dia 4 eu apenas tomei o café da manhã no hotel e parti rumo a São Paulo logo pela manhã. Isso, foi dia 1 de janeiro. Eu cheguei em São Paulo extremamente depressivo, com saudade da paisagem da bela arquitetura de Campos de Jordão. Era impossível não comparar as cidades logo quando cheguei. Mas aos poucos me acostumei ao ritmo paulistano. Infelizmente, né?

E acho que pode parecer bobeira – e parece -, mas nos dois primeiros dias eu senti muito calor. Não sei se em apenas 4 dias é possível acostumar com uma temperatura mais baixa do que o padrão que vivia, mas eu senti muito mais calor do que deveria sentir.

Enfim, feliz 2012 e que novas viagens venham. 🙂

Jordan’s Field TRIP #2: Comércio de Capivari

dezembro 31, 2011 Deixe um comentário

Olá, amigos! Tarde, mas aqui está o dia de hoje registrado.

Bem, basicamente hoje eu não fiz nada e não fui pra nenhum lugar especificamente turistico. É que a cidade é turística então, naturalmente ela é POLIDA para ficar mais bela para que todos fiquem de boca aberta com a diferença da arquitetura e aparência em geral comparando com a maioria das metrópoles.

Acordei às 7h30 pra tomar o maldito café da manhã que só é feito até às 9h. Então as mulheres foram fazer compras .

Visitei o comércio de Capivari, que é o bairro onde estou morando aqui em Jordan’s Field. Bem, vendem roupas bem mais barato aqui – pelo menos as roupas de frio. Tirei várias fotos. Há vários trechos que querem pregar na sua cara “VOCÊ NÃO ESTÁ NO BRASIL”. Sério, tem se eu acordasse ali com amnésia, ia falar em inglês pra pedir ajuda. O que mantém você no Brasil são os putos conversando em português e as placas de trânsito tão características de São Paulo/Brasil.

Consegui filmar um DOCUMENTÁRIO pelo comércio todo onde eu narro algumas coisas e pareço idiota.

Depois voltei pro hotel, almocei e fui dormir porque eu acordei cedo pra cassete.

Algumas pics pra vocês:

FICA DE BOA AI NO SEU PASSEIO PRA CASA DO SEU TIO NA ROCINHA

Jordan’s Field TRIP #1 – Morro do Elefante, Pedra do Baú

dezembro 29, 2011 Deixe um comentário

Há quanto tempo eu não posto aqui? 16 de novembro, puta merda. E nem foi um texto que fiz pro blog, eu só transcrevi pra internet. Se considerar um texto mesmo pro blog, vamos pra data de 5 de outubro.

E pra compensar, pensei em vocês e vou escrever algo aqui, OBVIAMENTE, apenas para o meu interesse hahaha. Vai ser uma espécie de diário de bordo da minha viagem para Campos de Jordão que começou, bem… hoje. Sim, eu estou em Campos de Jordão agora e esse é meu diário de viagem, do que eu fiz, do que visitei, o que achei, enfim…

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