A culpa do ano passar “voando” é de nós mesmos

março 22, 2012 Deixe um comentário

Todo fim de ano vem aquele puto falar: “nossa, como esse ano passou rápido!”. Mas é claro, meu amigo, você ficou ansioso.

É comum a criação de “resolutions” (esqueci como fala em português) quando um ano novo chega. Mas isso não altera em nada a velocidade que um ano passa, afinal, são coisas pro ano todo, não em uma data específica.

Quando você descobre que alto realmente legal ou algo importante vai acontecer em semanas ou meses, automaticamente você quer que aquele momento chegue logo. Rola uma ansiedade foda. E a vontade daquele momento chegar faz com que você mande um foda-se pro tempo que você tem nos dias até esse momento.

Basicamente, você passa a fazer de tudo que aquele dia chegue logo. Isso já acontece naturalmente com todos com a espera do fim de semana, independente se algo especial acontecerá, rola uma ansiedade pelos dias de “folga”.

Quem nunca dormiu numa tarde pra noite chegar mais rápido porque nela aconteceria algo legal?

Um exemplo nesse ano aconteceu comigo. Todos ouviram falar que o iOS 5 causou algumas instabilidades na bateria dos iphones em geral. A Apple anunciou que faria um evento onde apresentaria o novo iPad e por boatos, o iOS 5.1, que melhoraria a bateria drasticamente. E tais boatos aconteceram mais de 1 mês antes do evento.

Foi só a Apple anunciar a data do evento e eu passei a querer que todos os dias restantes até o evento morressem todos e explodissem. A minha ansiedade FEZ o mês passar mais rápido.

É psicológico. Todo dia até o dia que você tento espera nao passa de um dia qualquer, e de certa forma você aproveita menos.

Fiquei sabendo que o Aerosmith pode lançar um álbum no próximo semestre. Resultado? A ansiedade começou a crescer. Mas dessa vez serei mais inteligente, vou esquecer totalmente. Até porque isso não afeta tanto minha vida.

Até agora, isso me explica grande parte do “ano passar rápido”. Vai lá curtir seu dia e foda-se o fim de semana. Com 90 anos você terá dormido cerca de 30. Isso já seria o suficiente pra deixar qualquer um puto.

Hakuna Matata (porque aquela frase em latim que eu to há 10 minutos procurando e não achei. Opa, achei, carpe diem. carpe diem é coisa de boiola).

[texto escrito pelo iPhone, não tenho nem idéia se tem coesão, nexo, gramática correta, etc]

Eu já falei pra vocês da genialidade de usar internet no banheiro?

fevereiro 5, 2012 Deixe um comentário

Bem, pelo menos enquanto o “usa?”

Eu vivo brincando no tuiter com essa frase do título. Eu digo que ela é novo “comer no banheiro”. Bem, por ser um lugar naturalmente estranho para fazer qualquer coisa além das funções principais (banho, escovar os dentes, mijar, cocozar, barbear/depilar), quando você foge desse ciclo, um sensação estranha acontece.

Comer no banheiro (não vou especificar em que momento, está implícito) é extremamente estranho. É um paradoxo, uma ironia, um cúmulo da lógica. E isso com certeza foi praticado – mesmo que de forma meio suspeita – pelo homens há centenas de anos.

Agora, usar a internet no banheiro é genialmente pior. É algo estranho em níveis radicais. É confuso. Você pode tuitar, por exemplo, interagindo com um troglodita (não poliglota) da sua timeline sobre a festa dele “FOI MUITO LEGAL PEDROCA, CURTI MUITO A PAÇOCA DA SUA MÃE!” enquanto prepara um sonoro submarino (e não estou falando da música dos Beatles).

A inocência de todos que interagem com você, – pensando que você está no máximo flatulando em seu quarto, escondido, – é muito divertido.

Que bom que ainda não existe a internet 3.0, com interação além de vídeos e sons.

Ps: E não, não estou “voltando” oficialmente. Só tive uma brecha (que coisa mais terrível de se dizer hoje em dia) no meu tempo e resolvi escrever sobre isso, que sempre brinco no tuiter. Brinque também. Diga: “Eu já falei pra vocês de como é mágico tuitar no banheiro?” ou algo do genêro.

Ps2: Estou com vergonha de ler esse texto novamente porque sei que escrevê-lo foi um erro e me deixará constrangido, fazendo com que eu o apague totalmente. Portanto, ignorem os erros e a falta de coesão. Fuck the grammar.

Ps3: To com um X360, não um PS3.

Jordan’s Field TRIP #3: Dia 3 e dia 4

janeiro 5, 2012 Deixe um comentário

Opa, meio atrasado, mas por motivos lógicos. Ano novo. Aliás, feliz ano novo pra vocês aí. Não morram.

Bem, eu posso dizer que aproveitei 50% de Campos do Jordão. Por não ser o dono do carro nem possuir tanto poder em relação do que fazer na cidade, eu não visitei quase nenhum ponto turístico que chama atenção e tal.

No dia 3 eu repeti o mesmo processo do dia 2 e visitei o comércio de Capivari e isso já foi o suficiente. Andei pela região toda do comércio a pé e foi muito, muito gratificante aos olhos.

No dia 4 eu apenas tomei o café da manhã no hotel e parti rumo a São Paulo logo pela manhã. Isso, foi dia 1 de janeiro. Eu cheguei em São Paulo extremamente depressivo, com saudade da paisagem da bela arquitetura de Campos de Jordão. Era impossível não comparar as cidades logo quando cheguei. Mas aos poucos me acostumei ao ritmo paulistano. Infelizmente, né?

E acho que pode parecer bobeira – e parece -, mas nos dois primeiros dias eu senti muito calor. Não sei se em apenas 4 dias é possível acostumar com uma temperatura mais baixa do que o padrão que vivia, mas eu senti muito mais calor do que deveria sentir.

Enfim, feliz 2012 e que novas viagens venham. 🙂

Jordan’s Field TRIP #2: Comércio de Capivari

dezembro 31, 2011 Deixe um comentário

Olá, amigos! Tarde, mas aqui está o dia de hoje registrado.

Bem, basicamente hoje eu não fiz nada e não fui pra nenhum lugar especificamente turistico. É que a cidade é turística então, naturalmente ela é POLIDA para ficar mais bela para que todos fiquem de boca aberta com a diferença da arquitetura e aparência em geral comparando com a maioria das metrópoles.

Acordei às 7h30 pra tomar o maldito café da manhã que só é feito até às 9h. Então as mulheres foram fazer compras .

Visitei o comércio de Capivari, que é o bairro onde estou morando aqui em Jordan’s Field. Bem, vendem roupas bem mais barato aqui – pelo menos as roupas de frio. Tirei várias fotos. Há vários trechos que querem pregar na sua cara “VOCÊ NÃO ESTÁ NO BRASIL”. Sério, tem se eu acordasse ali com amnésia, ia falar em inglês pra pedir ajuda. O que mantém você no Brasil são os putos conversando em português e as placas de trânsito tão características de São Paulo/Brasil.

Consegui filmar um DOCUMENTÁRIO pelo comércio todo onde eu narro algumas coisas e pareço idiota.

Depois voltei pro hotel, almocei e fui dormir porque eu acordei cedo pra cassete.

Algumas pics pra vocês:

FICA DE BOA AI NO SEU PASSEIO PRA CASA DO SEU TIO NA ROCINHA

Jordan’s Field TRIP #1 – Morro do Elefante, Pedra do Baú

dezembro 29, 2011 Deixe um comentário

Há quanto tempo eu não posto aqui? 16 de novembro, puta merda. E nem foi um texto que fiz pro blog, eu só transcrevi pra internet. Se considerar um texto mesmo pro blog, vamos pra data de 5 de outubro.

E pra compensar, pensei em vocês e vou escrever algo aqui, OBVIAMENTE, apenas para o meu interesse hahaha. Vai ser uma espécie de diário de bordo da minha viagem para Campos de Jordão que começou, bem… hoje. Sim, eu estou em Campos de Jordão agora e esse é meu diário de viagem, do que eu fiz, do que visitei, o que achei, enfim…

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Qual o sentido da vida?

novembro 16, 2011 Deixe um comentário

Texto que fiz pra aula de filosofia.

Vivemos para interagir em um ciclo social e deixar as nossas marcas no mundo. Ao interagirmos com uma pessoa, já estamos naquele momento fazendo parte da vida dela. Se “reproduzirmos”, isto é, deixarmos filhos, automaticamente marcamos a nossa existência na Terra, o nosso sangue continua a existir, de certa forma.

Podemos ainda deixar marcos muito além do que filhos. Podemos contribuir com a tecnologia, a medicina… Melhorar o mundo a partir de invenções, salvando outras vidas de pessoas que também podem contribuir no mundo.

Apesar de haver algumas pessoas que, no fim de suas vidas, parecem não ter “contribuído”, praticamente todas serão lembradas por algo que fizeram ou deixaram de fazer, positivamente ou negativamente.

Porém, quando pensamos na questão do “viver”, todos gostariam de viver da melhor forma possível, de ser feliz, que todos seus sonhos se realizem.

Por fim, vivemos para tentar viver, construir nosso futuro perfeito. Mas no fundo, no fundo, o que mais importa é, no último dia de nossas vidas, analisarmos toda a vida que tivemos, tudo o que aconteceu e chegar à conclusão: “Valeu a pena”.

 

Categorias:Pensamentos, Real life

You’re about to change your future

outubro 5, 2011 Deixe um comentário

Uma das coisas mais fantásticas da vida é o futuro e como ele está interligado com as ações que você já fez ou está fazendo exatamente agora.

Inclusive, há uma cena no filme “O Curioso Caso de Benjamin Button” que mostra bem isso: uma sequencia de fatos fez com que a Daisy fosse atropelada, sendo que, se uma só coisinha tivesse sido evitada, o taxi que a atropelou teria passado normalmente pela rua bem antes da Daisy atravessar.

Enfim, na maioria das vezes, esse é o futuro incerto. Você não planeja nada daquilo. Como eu ia saber que a Daisy ia ser atropelada se eu demorasse mais pra entrar no carro?

Porém, há também um futuro planejado, ou previsto.

Quando eu era criança, brincava dizendo que sabia prever o futuro, com os dizeres: “Eu sei prever o futuro: daqui três segundos eu vou te dar um soco no ombro” e três segundos depois… Um soco no ombro do pobre infeliz amigo meu – ou até minha mãe (eu não perdoava ninguém com minhas bizarrices).

De certa forma eu previ o futuro. Não sabia exatamente como seria aquele soco ou a reação da pessoa, mas o soco foi dado, de fato. Isso acontece porque temos a ideia da reação do que vamos fazer, como quando enchemos um copo d’água e sabemos que ele ficará cheio. No caso do soco, eu sabia que ia dar o soco, era algo certo (a não ser que a pessoa fugisse).

Eu passei a criar esse pensamento esse ano. Eu tive que decidir se começava a trabalhar como estagiário ou não, continuava fazendo o que sempre fazia antes. Eu SABIA que toda a minha vida e rotina mudariam dali pra frente caso aceitasse. Não que eu fosse um completo vagabundo e não fizesse nada (eu fazia bastantes coisas até), mas eu mudaria completamente minha vida.

Passei a usar minha casa quase como um hotel, onde quase não fico mais direito (nem nos fins de semana), conheci MUITA gente nova, aprendi muitas coisas das quais jamais pensei que ia aprender e ri de situações das quais sequer existiriam se eu tivesse dito “não”.

Então quando eu tive a chance de dizer “sim” ou “não”, eu entrei em pânico, pois aquilo era um futuro planejado. “I was about to change my future”, eu estava prestes a mudar o meu futuro. Eu teria uma rotina fixa a partir do “sim”.

Eu tenho essa chance novamente agora, pois terei a chance de mudar de escola (se com sorte passar) e consigo imaginar como seria tudo diferente.

Vai ver isso acontece comigo porque sou muito pessimista. E já até falei sobre isso uma vez por aí na internet: é muito pior criar expectativas boas para algo e aquilo não dar certo (deixando você na merda, deprimido) do que acreditar que tudo vai dar errado e no fim dar tudo certo (você fica feliz em níveis incontáveis).

E o que eu quis dizer com tudo isso, afinal?

Que é legal pensar que o futuro é, sim, muitas vezes previsível. Afinal, os tempos verbais do futuro existem por um motivo. Pense bem em cada coisa importante que for fazer.

Aliás, após pensar nisso, decidir e viver a sua nova escolha, pare pra imaginar como seria se não tivesse feito a escolha. E aí, seria melhor ou pior?

(sem tempo pra corrigir o texto)